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Porto Alegre, terça-feira, 20 de junho de 2017. Atualizado às 20h11.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

20/06/2017 - 20h08min. Alterada em 20/06 às 20h12min

Rio Grande do Sul fecha postos com carteira assinada em maio

Indústria liderou o volume de vagas fechadas em maio e também a criação no acumulado do ano

Indústria liderou o volume de vagas fechadas em maio e também a criação no acumulado do ano


MARCO QUINTANA/JC
Enquanto o Brasil teve saldo positivo de empregos com carteira assinada em maio, o Rio Grande do Sul fechou postos. Os dados dos Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o mercado de trabalho gaúcho, divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, mostram que 12.360 vagas foram perdidas. É o saldo entre 79.713 admissões e 92.073 demissões no mês passado.
O setor que mais fechou vagas foi a indústria de transformação, com um terço do volume (-4.501 postos), seguido pela agropecuária (-3.287 postos), que liderou percentualmente a queda, com recuo 3,57%. O período reflete a dispensa de safristas, com fim das colheitas de verão. Todos os setores demitiram mais que contrataram - extrativista mineral, construção civil, serviços industriais de utilidade pública, serviços, comércio e administração pública. 
Mesmo sendo negativo o balanço, o número foi menor que o de maio de 2016, que ficou em 15.829 menos postos. No ano, o saldo é positivo, com 467.105 contratações formais ante 456.742 demissões. Foram 10.363 admissões a mais que os cortes, com alta de 0,41% frente aos cinco primeiros meses de 2016. Indústria liderou em volume e variação no período - com saldo de 15.404 postos com carteira, alta de 2,36%.
Na indústria, os subsetores que mais demitiram foram o calçadista e o de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico. Já produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria e têxtil do vestuário e artefatos de tecidos foram os únicos que tiveram saldo positivo com mais admissões. No ano, postos em borracha, fumo, couros, peles, similares estão na frente nas contratações. Para os setores, apenas indústria, agropecuária e serviços estão positivos.
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