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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de junho de 2017. Atualizado às 09h09.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 16/06 às 09h12min

Cobre opera sem sinal único, após dados modestos dos EUA de ontem

Os contratos de cobre operavam perto da estabilidade na manhã desta sexta-feira (16), sem sinal único. Os metais básicos em geral estão pressionados por indicadores econômicos dos Estados Unidos que desapontaram, na quinta-feira, mas alguns operam com ganhos.
Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses era negociado em baixa de 0,1%, a US$ 5.670 a tonelada, por volta das 7h15min (de Brasília). O cobre para julho subia 0,10%, a US$ 2,5680 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), às 7h25min.
Ontem (15), foi divulgado que a produção industrial dos EUA ficou estagnada em maio ante abril. Dados fracos de inflação ao consumidor e também de vendas no varejo geraram o temor de que a economia americana possa estar desacelerando, segundo a Investec. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez promessas na campanha e após assumir de aumentar os gastos com infraestrutura, o que ajudou a apoiar os metais recentemente, porém agora o quadro é mais incerto. "Há uma crescente dúvida de que Trump será capaz de levar adiante os estímulos planejados em infraestrutura", diz a Investec.
O petróleo atingiu ontem novas mínimas em sete meses, o que também contribui para o viés negativo para o cobre. Hoje, porém, o petróleo se recupera nesta manhã, ao menos por ora.
O dólar está um pouco mais fraco ante uma cesta de moedas fortes. A desvalorização da moeda americana em geral apoia os metais, já que nesse caso eles se tornam mais baratos para os detentores de outras divisas.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio recuava 0,08%, a US$ 1.870 a tonelada, o chumbo subia 0,57%, a US$ 2.117 a tonelada, o estanho avançava 0,39%, a US$ 19.445 a tonelada, o zinco tinha alta de 0,89%, a US$ 2.537 a tonelada e o níquel ganhava 0,79%, a US$ 8.970 a tonelada.
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