Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 15 de junho de 2017. Atualizado às 17h27.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

conjuntura internacional

Alterada em 15/06 às 17h32min

Grécia e credores chegam a acordo em reunião do Eurogrupo

A Grécia e seus credores chegaram a um acordo em reunião do Eurogrupo nesta quinta-feira. Os termos, assinados em Luxemburgo entre os ministros das finanças da zona do euro, desbloqueiam 8,5 bilhões de euros da Grécia e levantam uma decisão final sobre o alívio nos débitos do país até agosto do próximo ano.
As dificuldades da Grécia, entretanto, continuam a ser uma mancha negra na zona do euro, reforçando a possível incapacidade do bloco de erradicar os dilemas que ameaçam a integridade da moeda única.
O governo do primeiro-ministro Alexis Tsipras promulgou medidas de austeridade impopulares. Os efeitos delas se estendem muito além do fim do próximo ano do atual programa de resgate, com o objetivo de conquistar a confiança dos credores para a liberação de novos pagamentos e reestruturação da dívida do país. Atenas apostava que o alívio na dívida abriria espaço para que o Banco Central Europeu (BCE) incluísse a dívida grega em seu programa de compra de bônus, dando assim mais impulso e confiança aos investidores gregos e estrangeiros.
Na contramão, os credores recomendaram nesta quinta-feira algumas medidas limitadas para o potencial alívio na dívida e deixando as discussões para o final de 2017, após as eleições na Alemanha. Isso significa que a adesão das dívidas da Grécia ao programa de compra de títulos do BC Europeu poderiam chegar tarde demais.
Antes da divulgação do acordo, fontes já afirmavam no mercado que o Fundo Monetário Internacional (FMI) não irá contribuir com o resgate da Grécia.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia