Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 14 de junho de 2017. Atualizado às 10h05.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 14/06 às 10h08min

Dólar perde força e puxa juros para baixo após dados ruins dos EUA

O dólar renovou mínimas, após abertura com viés de baixa seguida de alta nesta quarta-feira. Já o dólar futuro de julho persistia em baixa, mas com taxa ainda acima dos R$ 3,310, o que indica manutenção de cautela em meio ao incerto cenário político, disse um operador de uma corretora.
A ampliação da baixa reflete o enfraquecimento do dólar ante dividas principais no exterior, após a divulgação de dados ruins de inflação ao consumidor e de vendas no varejo em maio nos Estados Unidos. Às 9h34, o dólar à vista registrou mínima, com queda de 0,40%, aos R$ 3,2956. O dólar para julho recuava 0,65%, aos R$ 3,3080.
Expectativas sobre o comunicado da reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) desta quarta à tarde e pela entrevista da presidente da instituição, Janet Yellen, tendem a limitar os negócios cambiais. A aposta majoritária para esta quarta é que o Fed poderá elevar os juros em 0,25 ponto, para a faixa de 1% a 1,25% ao ano.
Os sinais desiguais da divisa americana nos primeiros negócios eram esperados em razão de ajustes ao fechamento anterior e diante do desempenho misto externo mais cedo, de leve alta do dólar frente a moedas principais e de queda ante divisas ligadas a commodities, que se beneficiam dos dados favoráveis de atividade industrial na China e zona do euro.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia