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Porto Alegre, terça-feira, 13 de junho de 2017. Atualizado às 23h52.

Jornal do Comércio

Economia

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energia

Notícia da edição impressa de 14/06/2017. Alterada em 13/06 às 21h00min

Geração de energia eólica cresce 30% de janeiro até abril deste ano

A produção de energia eólica em operação comercial no Sistema Interligado Nacional (SIN) ao longo dos primeiros quatro meses deste ano foi 30% superior à geração no mesmo período do ano passado. As usinas movidas pela força dos ventos produziram 3.286 MW médios entre janeiro e abril, frente aos 2.532 MW médios gerados em 2016, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Com essa expansão, a representatividade da fonte eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do sistema alcançou 5,1%. Já a fonte hidráulica, incluindo grandes usinas e as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) foi responsável por 79,4% do total, enquanto as usinas térmicas responderam por 15,4% da geração no País.
Ao final de abril, havia 414 usinas eólicas em operação comercial no Brasil, que somavam 10.517 MW de capacidade instalada, o que corresponde a uma expansão de 17,6% frente às 352 unidades geradoras existentes no mesmo mês do ano passado.
O Rio Grande do Norte segue como maior produtor do País, com 1.087,6 MW médios em 2017, alta de 39% em relação ao mesmo período de 2016, seguido pela Bahia, com 678 MW médios ( 30%), o Rio Grande do Sul, que produziu 533 MW médios ( 9%), e o Ceará, com 465 MW médios ( 12%).
Em termos de capacidade instalada, o Rio Grande do Norte também lidera, somando 3.209 MW, aumento de 19% em relação ao ano anterior. Mas o Ceará - apenas quarto colocado em geração - aparece em segundo lugar, com 1.960 MW instalados ( 21%). A Bahia que manteve os 1.750 MW e o Rio Grande do Sul registra 1.682 MW ( 11%).
 
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