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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de junho de 2017. Atualizado às 23h57.

Jornal do Comércio

Economia

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Missão ao Japão

05/06/2017 - 15h14min. Alterada em 05/06 às 20h17min

Japoneses concluem este mês estudo de megausina gaúcha

Governador Sartori ficou entusiasmado ao conhecer as instalações da usina da Tepco

Governador Sartori ficou entusiasmado ao conhecer as instalações da usina da Tepco


LUIZ CHAVES/PALÁCIO PIRATINI/DIVULGAÇÃO/JC
Guilherme Kolling, de Ibaraki (Japão)
A Tokyo Eletric Power Company (Tepco) vai concluir até o fim deste mês o projeto para a megausina a carvão do Baixo Jacuí, com potência de 1.000 MW a ser instalada em Charqueadas, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). A informação foi confirmada ontem pelos integrantes da comitiva do governo gaúcho ao Japão, após visita à Usina de Hitachinaka, da Tepco, na localidade de Ibaraki, a 130 quilômetros de Tóquio.
A tecnologia Ultra Super Crítica, utilizada em Hitachinaka e que seria modelo para o projeto no Estado, causou ótima impressão aos representantes do governo do Estado, Assembleia Legislativa e Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Durante as duas horas na térmica japonesa que produz 2.000 MW, não havia cheiro ruim, fumaça na chaminé ou fuligem. Pelo contrário, a paisagem chegava a ser agradável, pois fica em um porto no Oceano Pacífico e era um dia ensolarado de primavera.
O único incômodo era a poluição sonora, mas o barulho vinha das obras de ampliação da usina, que vai produzir, em breve, mais 650 MW. Ao invés de material particulado, enxofre e CO2, o tratamento gera subprodutos, como gesso, cimento e cinzas utilizadas em aterros.
O governador José Ivo Sartori demonstrou entusiasmo e ressaltou que o Rio Grande do Sul está aberto a receber investimentos. "Tivemos uma bela reunião com o pessoal da Tepco e da tecnologia das usinas. Foram muito receptivos e há uma expectativa que isso se resolva", apontou, em relação à política do governo federal para o carvão.
Os japoneses têm interesse em exportar a tecnologia, da IHI Corporation. Depois da visita à usina, na parte da tarde, houve duas reuniões, a portas fechadas, com executivos da Tepco, IHI, NEDO (estatal de pesquisa japonesa) e PricewatherhouseCoopers (PwC), que sediou o último encontro no 15o andar de um arranha-céu com vista para o parque onde está o Palácio Imperial. A PwC pode auxiliar na modelagem do projeto da megausina para o Estado.
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Comentários
Gabriel 07/06/2017 19h26min
Ao amigo Leonardo. Primeiramente, prazer, seguidamente, acho que temos que aceitar as opiniões de todos, mas falar que esse tipo de energia é ultrapassada, acredito na energia renovável, mas na situação que estamos hoje, com tecnologias de captura de cinzas e diminuição da poluição por meio da geração de energia a vapor, o estado está é fazendo um bem para todos nós. Já imaginou a quantidade de empregos que essa instalação irá gerar? Petróleo e carvão jamais serão instintos, pois movem o mundo.
Leonardo 05/06/2017 22h17min
La vai o RS investindo no passadonE claro que os Japoneses querem vander technologia ultrapassada (como a primeira serie de trens da Trensurb)nCarvao e passado, vejao oque a Alemanha esta fazendo..nEnergia tem de ser renovavel, em alguns anos combustiveis fosseis (Petroleo, Carvao, etc..)vao ser ilegalizadosnO estado vai de novo pagar caro por sucata.enMais uma vez, uso o modelo alemao, que alem do carvao (ja proibido e com os dias finais contados), proibira automoveis a gasolina apartir de 2025