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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de junho de 2017. Atualizado às 23h42.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 23/06/2017. Alterada em 22/06 às 21h20min

Pensando nas eleições

José Ivo Sartori

José Ivo Sartori


FREDY VIEIRA/JC
Depois de negociar com sucesso as dívidas do Estado, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), começa a recuperar o fôlego para pensar na reeleição. O PMDB que comanda o governo gaúcho, segundo dizem fontes próximas ao Palácio Piratini, sonha em coligar com o PP, que tem o maior número de prefeituras, 140. O PMDB comanda 135. Juntos, comandam quase 60% dos municípios do Estado. As mesmas fontes revelam que o sonho do governador José Ivo Sartori é ter a senadora Ana Amélia (PP) nos palanques durante a campanha. Na chapa que vem sendo idealizada, o candidato a vice-governador seria Beto Albuquerque (PSB). Um nome do PP para a candidatura a vice-governador que tem aparecido também é do ex-deputado Vilson Covatti. Perguntei se ele é candidato. Foi explícito: "É uma questão de partido. Acho que qualquer nome tem que surgir das bases, tem que brotar das bases".
Debates aprofundados
O PP inicia, no fim de semana, encontros regionais, começando por Santa Maria. Vilson Covatti lembrou que "o quadro político do País é muito ruim e que o partido tem que promover debates aprofundados". Ressalta que é muito cedo para fazer coligações. "Os nomes que surgem muito cedo têm a tendência de se queimar", avaliou o experiente político, que, certamente, conta com apoio parlamentar. A esposa, Silvana, é deputada estadual, e Covatti Filho é um jovem deputado que vem se destacando no Congresso, na presidência da Comissão de Finanças e Tributação. A maior dificuldade, segundo avaliam as mesmas fontes, é o casamento PP-PMDB. Os secretários do PP no governo Sartori admitem essa possibilidade. Resta saber qual o rumo que tomará o vice-governador, José Paulo Cairoli (PSD).
PSDB fragilizado
O PSDB do Rio Grande do Sul, a chamada ala jovem do partido, sempre foi muito ligado ao senador Aécio Neves, que agora meio que caiu em desgraça. A deputada federal Yeda Crusius faz uma análise da situação dos tucanos e expectativas para 2018. Leia na segunda-feira, no Repórter Brasília.
Falta legitimidade
O deputado federal gaúcho Henrique Fontana (PT) destacou que segurar Michel Temer (PMDB) na presidência diante deste derretimento ético, moral, político e econômico do Brasil "é uma irresponsabilidade com o futuro do País". Ele alertou ainda que o PSDB está em busca de um acordo de cúpula para eleger um novo presidente entre os deputados. "Este Parlamento não tem legitimidade para escolher o próximo presidente da República. Este Parlamento, por maioria, colocou Eduardo Cunha (PMDB) na presidência da Casa. Só o povo brasileiro, através de eleições diretas, tem condições de repactuar o País", reforçou.
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