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Porto Alegre, terça-feira, 20 de junho de 2017. Atualizado às 22h27.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Fala Profissional

Notícia da edição impressa de 21/06/2017. Alterada em 20/06 às 18h45min

O que o Fisco pode ensinar sobre compliance fiscal?

Denilson Ianaconi e Alex Marin

Denilson Ianaconi e Alex Marin


SONDA/DIVULGAÇÃO/JC
Denilson Ianaconi, diretor executivo especialista em vendas fiscais; eAlex Marin Silva,gestor de Customer Experience da Sonda, respondem.
Hoje, a prioridade em termos de gestão tributária é o correto pagamento dos tributos e a entrega de suas obrigações, ou seja, o compliance! Essa relevância é maior, inclusive, do que a redução do ônus tributário, que está relacionado ao planejamento tributário.
Não há dúvida de que, do ponto de vista tributário e fiscal, manter uma empresa no Brasil é uma tarefa de alta complexidade. São aproximadamente 90 tributos e dezenas de obrigações acessórias. Além disso, estima-se que são publicados diariamente mais de 50 atos legais relativos à legislação tributária. Para além do próprio peso dos tributos, todo o processo relativo à apuração ao cálculo e ao pagamento de impostos e contribuições é, por si só, complexo, e exige o envolvimento de todo um conjunto de profissionais, implantação de sistemas e atualização constante dos departamentos responsáveis por estes processos
E não é para menos. Dados do estudo Doing Business**, elaborado pelo Banco Mundial, indicam que, para dar conta de todo o processo de apuração e pagamento de impostos, as empresas brasileiras levam em média 2.038 horas por ano, o que representa mais de 10 vezes a média mundial.
Um fator interessante de ser notado é no que diz respeito à sofisticação dos meios de fiscalização, sobretudo após o advento do Sped e da modernização dos processos fiscalizatórios. Entretanto este aprimoramento não caminhou em conjunto com a desburocratização e simplificação do sistema tributário brasileiro.
A digitalização do Fisco através do projeto Sped permitiu um maior poder de fiscalização, que, em tempos de dificuldades financeiras dos estados, torna-se ferramenta fundamental para aumento de arrecadação.
Por outro lado, a transformação digital nas empresas, além de outros aspectos, envolve a adoção de ferramentas analíticas capazes de analisar um volume variado de informações (ex. Big Data) de forma a transformá-las em conhecimento para os negócios, subsidiando a tomada de decisão. Além disso, serviços de computação em nuvem são as molas propulsoras para desbravar a era digital de forma competitiva.
Diante deste cenário, os parceiros de tecnologia devem proporcionar benefícios que venham a otimizar os processos fiscais e um menor gasto de tempo no atendimento às apurações de impostos e obrigações acessórias, assim como minimizar os riscos, gerando de melhoria continua das entregas das empresas ao Fisco.
Não menos importante, a empatia é fundamental para o entendimento das necessidades reais da jornada dos usuários, conectando-os de maneira harmônica a esta nova realidade, repleta de termos, aspectos e tecnologias que, certamente, trarão ganhos exponenciais de produtividade.
Pela atual conjuntura brasileira, as empresas, cada vez mais, buscam a otimização de seus processos para permitir transformar o Capex em Opex, reduzindo custos de infraestrutura e suporte interno aliados a serviços que promovam uma relação de empatia entre fornecedor, aplicação e usuário, ou seja, que forneçam todo o ferramental para que as empresas foquem em seus negócios.
Um ambiente atualizado em compliance com o Fisco permite às empresas focar o negócio e a finalidade do sistema de gestão fiscal, dispensando a necessidade de custos adicionais com suporte e infraestrutura interna.
Já a gestão e otimização das atividades e processos fiscais com validações prévias e cumprimento da entrega das obrigações fiscais no prazo evitam o pagamento de multa e juros ou autuações fiscais, assim como possibilitam um maior foco no negócio com apoio na análise das informações tributárias, que deve ser realizada em uma base única de Informações.
 
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