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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de junho de 2017. Atualizado às 23h38.

Jornal do Comércio

Política

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reestruturação do estado

Notícia da edição impressa de 02/06/2017. Alterada em 01/06 às 21h11min

Entidades acusam Piratini de apressar plebiscito

Lívia Araújo
Associações e sindicatos que representam os servidores das três empresas estatais cuja venda pode ser tratada via plebiscito concordam com a consulta pública, mas questionam a medida, principalmente quanto ao custo financeiro e o momento para a votação popular, e falam em "atropelo" por parte do governo do Estado.
Para o diretor de negociações coletivas adjunto do Sindicato dos Engenheiros (Senge) do Rio Grande do Sul, Diego Mizette Oliz, não faz sentido apressar a votação, principalmente no que tange ao custo. "Por que fazer agora, com um custo de R$ 30 milhões; se, daqui a um ano, teremos uma eleição", questiona. Oliz aponta que é necessário tempo para o devido rito de tramitação na Assembleia Legislativa. "A casa do povo justamente é aberta para que se escutem, em tempos adequados, os projetos que estão tramitando, com participação da sociedade, inclusive. O texto tem de passar pelas comissões e não pode ser tratado dessa maneira", diz.
"Nós vemos que essa votação é de afogadilho", diz Neimar Blank, presidente da Associação dos Funcionários da Sulgás (Assulgás), referindo-se à intenção do Piratini em garantir que a Assembleia aprove a realização do plebiscito ainda neste ano, em 15 de novembro. "O governo está em uma campanha bem forte desde dezembro de 2016 para divulgar que as empresas são deficitárias, mas cada uma tem sua particularidade", critica o dirigente.
Segundo Blank, como a campanha pelo "não" teria de ser feita pelas entidades de trabalhadores, isso limitaria recursos e disponibilidade. "Temos horário para trabalhar. Não temos uma estrutura que nos apoie para fazer essa defesa; enquanto, do outro lado, há verba destinada à campanha publicitária. Isso tem de ser discutido para ter os dois lados da questão", salienta.
 
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