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Porto Alegre, sexta-feira, 26 de maio de 2017. Atualizado às 00h41.

Jornal do Comércio

Política

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Câmara de Porto Alegre

Notícia da edição impressa de 26/05/2017. Alterada em 25/05 às 21h04min

Parecer sobre reposição salarial de servidores municipais é adiado

Nagelstein quer que votação ocorra após audiência pública

Nagelstein quer que votação ocorra após audiência pública


LEONARDO CONTURSI/CMPA/JC
A reunião de comissões da Câmara Municipal para dar um parecer conjunto ao projeto para mudar as regras de reposição salarial de servidores municipais, realizada na manhã desta quinta-feira, não teve um resultado definitivo. Outra reunião, marcada para segunda-feira, vai continuar a discussão.
O projeto enviado pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), que teve parecer favorável do relator, Luciano Marcantônio (PTB), determina que a revisão salarial de acordo com a inflação seja condicionada ao que a prefeitura tem disponível em seu cenário financeiro e orçamentário.
O vereador Valter Nagelstein (PMDB) comentou que seu partido vai promover, no dia 19, uma audiência pública sobre o tema, e que levar o projeto à apreciação do plenário antes do evento não é correto.
Ele também não considera aceitável que o projeto da nova reposição seja aprovado após os vereadores terem autorizado sua própria reposição de 4%, a qual ele se diz disposto a abrir mão caso o projeto seja aprovado. "Não é justo que a Câmara se autoconceda o ajuste e retire isso dos servidores", diz Nagelstein, que também solicitou que decisões judiciais que concederam liminares aos servidores sobre o tema sejam trazidas ao processo para os vereadores se inteirarem sobre o andamento. "O governo está dialogando pouco com a gente, e os vereadores querem ajudar. Ter regime de urgência para a votação passa por cima da nossa audiência pública, que serve para aumentar a discussão sobre o tema", completa.
Já o vereador Adeli Sell (PT) pediu que o Executivo esclareça a situação das finanças municipais por considerar que a questão da disponibilidade orçamentária proposta no projeto é vaga demais e não dá segurança para sua votação. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, vereador Mendes Ribeiro (PMDB), aceitou as diligências dos colegas para adiar a votação do parecer, mas disse que não vai aceitar outros encaminhamentos do tipo.
 
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