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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 22h51.

Jornal do Comércio

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Transportes

Notícia da edição impressa de 12/05/2017. Alterada em 11/05 às 21h02min

Aumento de tarifa causa impasse entre taxistas

EPTC estuda deixar reajuste a critério da categoria

EPTC estuda deixar reajuste a critério da categoria


ANTONIO PAZ/ARQUIVO/JC
Igor Natusch
Programado para acontecer todos os anos, o aumento do valor das corridas de táxi está causando um impasse inusitado entre os motoristas, o Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi) e a Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC). A entidade sindical encaminhou ofício no final de abril, solicitando aumento na tarifa - mas o pedido causou a reação negativa de vários taxistas, que temem perder ainda mais espaço para os aplicativos na briga por passageiros. Além de dividir os motoristas, o impasse pode provocar mudanças no modo como aumentos futuros serão encaminhados na cidade.
Um pedido de vistas interrompeu, na quarta-feira passada, a reunião do Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu) que daria aval a um reajuste de 4,25% para a bandeirada. Ainda não há definição para a retomada das discussões. Caso um novo encontro confirme o índice, a proposta é encaminhada para a sanção do prefeito Nelson Marchezan Júnior.
Segundo o presidente do Sintáxi, Luiz Nozari, o reajuste pedido atende à vontade da maioria dos motoristas sindicalizados. "Isso não depende de mim, pois não é uma decisão pessoal, é uma imposição legal (o aumento anual). Se não solicitássemos o reajuste, seríamos criticados por uma quantidade bem maior de taxistas, inclusive com a ameaça de ingressarem na Justiça contra mim e o Sintáxi", argumenta. De acordo com Nozari, os que não desejarem aumentar o preço das corridas podem buscar soluções alternativas, como o oferecimento de descontos aos clientes.
A Associação dos Permissionários de Táxi de Porto Alegre (Aspertáxi) encaminhou requerimento à EPTC pedindo que o reajuste fosse desconsiderado pelo órgão. Porém, de acordo com o diretor-presidente Marcelo Soletti, a EPTC é obrigada, por legislação específica, a dar prosseguimento ao processo. A lei obriga o aumento a cada 12 meses, ou sempre que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ultrapassar 8%. Em resposta escrita ao requerimento, Soletti garante que está em estudo um projeto para readequar a lei municipal, deixando a critério da categoria a iniciativa do aumento.
 
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Programado para acontecer todos os anos, o aumento do valor das corridas de táxi está causando um impasse inusitado entre os motoristas, o Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi) e a Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC). A entidade sindical encaminhou ofício no final de abril, solicitando aumento na tarifa - mas o pedido causou a reação negativa de vários taxistas, que temem perder ainda mais espaço para os aplicativos na briga por passageiros. Além de dividir os motoristas, o impasse pode provocar mudanças no modo como aumentos futuros serão encaminhados na cidade.
Um pedido de vistas interrompeu, na quarta-feira passada, a reunião do Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu) que daria aval a um reajuste de 4,25% para a bandeirada. Ainda não há definição para a retomada das discussões. Caso um novo encontro confirme o índice, a proposta é encaminhada para a sanção do prefeito Nelson Marchezan Júnior.
Segundo o presidente do Sintáxi, Luiz Nozari, o reajuste pedido atende à vontade da maioria dos motoristas sindicalizados. "Isso não depende de mim, pois não é uma decisão pessoal, é uma imposição legal (o aumento anual). Se não solicitássemos o reajuste, seríamos criticados por uma quantidade bem maior de taxistas, inclusive com a ameaça de ingressarem na Justiça contra mim e o Sintáxi", argumenta. De acordo com Nozari, os que não desejarem aumentar o preço das corridas podem buscar soluções alternativas, como o oferecimento de descontos aos clientes.
A Associação dos Permissionários de Táxi de Porto Alegre (Aspertáxi) encaminhou requerimento à EPTC pedindo que o reajuste fosse desconsiderado pelo órgão. Porém, de acordo com o diretor-presidente Marcelo Soletti, a EPTC é obrigada, por legislação específica, a dar prosseguimento ao processo. A lei obriga o aumento a cada 12 meses, ou sempre que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ultrapassar 8%. Em resposta escrita ao requerimento, Soletti garante que está em estudo um projeto para readequar a lei municipal, deixando a critério da categoria a iniciativa do aumento.
 
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