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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 22h51.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança pública

Notícia da edição impressa de 12/05/2017. Alterada em 11/05 às 21h02min

Autores de ataques a ônibus em Porto Alegre ainda não foram identificados

No terminal Parobé, ônibus foi consumido pelas chamas

No terminal Parobé, ônibus foi consumido pelas chamas


MARCO QUINTANA /JC
Igor Natusch
Não havia sido localizado, até o fechamento desta edição, o responsável pelo ataque que incendiou um ônibus da linha 731 Parque dos Maias em frente ao Mercado Público de Porto Alegre na quarta-feira passada. Além de destruir o veículo, o fogo forçou o bloqueio do terminal Parobé, um dos mais movimentados da Capital, e causou transtornos no trânsito da região Central. Na madrugada de quinta-feira, um segundo coletivo, da linha 149 Icaraí, foi atacado por criminosos na Vila Cruzeiro, zona Sul da cidade. No momento, as investigações da Polícia Civil não apontam conexão direta entre os crimes.
Segundo o delegado Luiz Fernando Soares, da 17ª Delegacia de Polícia (DP) da Capital, estão sendo coletadas imagens do comércio e de câmeras da prefeitura para tentar identificar o responsável pelo incêndio no terminal Parobé. O motorista e o cobrador do ônibus incendiado foram ouvidos nesta quinta-feira, mas não foram capazes de oferecer informações que permitam a localização do autor do crime.
Conforme testemunhas, o responsável pelo ataque é um homem pardo, que usava moletom cinza, bermuda preta e carregava uma mochila. Ele bateu nos vidros do veículo, ordenando que todos descessem, e em seguida ateou fogo no painel do ônibus, com auxílio de um pequeno galão de gasolina. Segundo Soares, ainda não existem pistas sobre a motivação, e um eventual desentendimento com passageiros ou tripulantes já foi descartado na investigação. Não houve registro de feridos.
Outra ação criminosa contra coletivos foi registrada na Vila Cruzeiro. Oito homens encapuzados e armados promoveram um ataque na avenida Capivari, onde fica o terminal das duas linhas, forçando os tripulantes a descer e, em seguida, ateando fogo no coletivo. Apenas o motorista e o cobrador estavam no veículo, que ia direto para a garagem, e não sofreram ferimentos. Responsável pela investigação, o delegado Tiago Baldin, da 1ª DP, preferiu não dar detalhes sobre o caso para não atrapalhar as investigações.
Até o começo da noite desta quinta-feira, conforme a Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), as linhas 149 Icaraí e 149.1 Icaraí-Taquari seguiam sem previsão de circular na Capital.
 
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