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Porto Alegre, segunda-feira, 29 de maio de 2017. Atualizado às 22h32.

Jornal do Comércio

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Automobilismo

Notícia da edição impressa de 30/05/2017. Alterada em 29/05 às 21h24min

Alonso enaltece experiência vivida na Fórmula Indy

Com o motor quebrado, espanhol abandonou a prova faltando 20 voltas

Com o motor quebrado, espanhol abandonou a prova faltando 20 voltas


JARED C TILTON/JARED C TILTON/AFP/JC
A experiência de Fernando Alonso terminou da mesma maneira que suas corridas recentes na Fórmula 1: com o motor Honda o deixando na mão. Nas 500 milhas de Indianápolis, o carro do espanhol quebrou faltando 20 voltas para o final. Apesar disso, ele fez uma prova de destaque, chegando a liderar algumas voltas.
"Obrigado ao automobilismo por nos dar essas ocasiões, como liderar as 500 Milhas de Indianápolis nessa fase da carreira", escreveu o piloto em sua conta oficial no Instagram. Alonso deu sinais de um bom desempenho logo que chegou à categoria. Recebeu muitos elogios durante a fase de treinos de preparação e foi bem na classificação, largando na quinta posição. Mas a participação era considerada um ponto de interrogação porque se tratava de um piloto acima da média correndo em outra categoria.
A imprensa norte-americana também se rendeu aos talentos de Alonso depois de sua participação na Indy. A ESPN afirmou que o espanhol pilotou de maneira "impressionante" e que saiu de Indianápolis com uma reputação maior do que já tinha. "A lenda de Alonso cresce enquanto a da Honda segue caindo."
Já o USA Today ressaltou que Alonso saiu vencedor mesmo sem ter ganhado a corrida. "Sua prova foi espetacular, cheia de momentos de brilho. Ele mostrou que se dão um grande carro a um grande piloto, ele faz coisas mágicas."
O japonês Takuma Sato ficou com a vitória nas 500 Milhas. O brasileiro Hélio Castroneves liderava a prova até as últimas quatro voltas, mas acabou na segunda colocação. Tony Kanaan foi o quinto.
 

Chefe da Mercedes, Toto Wolff aponta superioridade da Ferrari na Fórmula 1

Dominante nas últimas três temporadas da Fórmula 1, a Mercedes vive uma situação bem diferente em 2017 com a concorrência da Ferrari. E a própria equipe já reconhece que não possui o carro mais rápido do grid, como declarou Toto Wolff, o chefe da Mercedes, que apontou os adversários da escuderia italiana como os pilotos a serem batidos. Assim, assumiu o papel de "azarão" na temporada de 2017.
"Tivemos um desempenho excepcional de Valtteri Bottas em Sochi, mas não conseguimos replicar isso no carro de Lewis Hamilton. E nós vimos um desempenho excepcional de Lewis em Barcelona, mas não no carro de Valtteri. E tem acontecido assim em toda a temporada até agora. Então, sim, nós somos os azarões, e, sim, precisamos recuperar o atraso, essa é a realidade neste exato momento", afirmou o dirigente.
A avaliação de Wolff foi realizada após a primeira corrida no ano em que nenhum dos pilotos da Mercedes foi ao pódio - o finlandês Valtteri Bottas ficou em quarto lugar, enquanto o inglês Lewis Hamilton terminou o GP de Mônaco na sétima colocação. Já a Ferrari conseguiu uma dobradinha na corrida, vencida pelo alemão Sebastian Vettel, seguido pelo finlandês Kimi Raikkonen.
A vitória de Vettel aumentou a vantagem na liderança do campeonato para 25 pontos em relação ao segundo colocado Hamilton (129 a 104). A próxima etapa da F-1, a sétima das 20 previstas para a temporada de 2017, está marcada para 11 de junho, quando será realizado o GP do Canadá, em Montreal.
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