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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de junho de 2017. Atualizado às 00h48.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 01/06/2017. Alterada em 31/05 às 20h42min

CEEE investe no combate a ligações irregulares

Em reunião, diretoria do grupo contratou tecnologia que promete elevar a automação da estatal

Em reunião, diretoria do grupo contratou tecnologia que promete elevar a automação da estatal


MARCELO G. RIBEIRO/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Jefferson Klein
Em meio ao debate se será ou não privatizado, o Grupo CEEE prossegue com seus planos e um deles é diminuir o prejuízo com as avarias ou ligações ilegais, os chamados gatos. Dentro desse propósito, a empresa firmou com a companhia Landys Gyr contratos no valor de R$ 55 milhões para aquisição de tecnologia que elevará a automação da estatal e permitirá um melhor monitoramento de fraudes.
O diretor de Distribuição do Grupo CEEE, Júlio Hofer, comenta que o novo sistema de acompanhamento abrangerá um público de consumidores que representa 53% do faturamento da companhia. Ou seja, a iniciativa será focada, principalmente, nos grandes clientes do grupo. "Vamos ter um nível de acompanhamento de informações que poucas empresas no Brasil têm hoje", frisa. A implantação da iniciativa deverá levar até 300 dias para ser finalizada, e o retorno do investimento (que será financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID) é esperado em cerca de dois anos. Hofer informa que a perda não técnica da empresa, atualmente, é da ordem de R$ 200 milhões ao ano.
Durante a cerimônia de celebração do acerto entre o Grupo CEEE e a Landys Gyr, realizada ontem, o presidente da estatal, Paulo de Tarso Pinheiro Machado, foi questionado sobre a possibilidade de implantação de plebiscito para decidir sobre uma eventual privatização da companhia. O dirigente afirma que não comentará o assunto, pois o tema cabe à Secretaria de Minas e Energia e ao acionista (governo do Estado). "A nossa tarefa de gestão é trazer eficiência às ações da empresa e melhorar a qualidade da prestação de serviços", enfatiza.
O dirigente destaca que a empresa vem melhorando seus indicadores de qualidade, como o de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e o de Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), aproximando-se das metas do plano de resultados apresentado para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Pinheiro Machado acrescenta que recebeu informações extraoficiais de que a concessionária gaúcha será apontada como uma das distribuidoras que mais avançaram em termos de qualidade de prestação do serviço no País em pesquisa que será divulgada neste mês pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).
 

Anunciada licitação para comercializar óleo do pré-sal

A Pré-Sal Petróleo (PPSA), empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, anunciou o lançamento de licitação pública para contratar a comercialização do petróleo da União na área do pré-sal. A licitação será aberta no segundo semestre deste ano e deverá estar concluída em 2018. A medida estava prevista desde a criação da empresa, em novembro de 2013. A PPSA tem a função de gerir os contratos de partilha de petróleo, representar a União nos acordos de individualização de produção e comercializar o óleo da União que venha dos acordos de individualização e dos contratos de partilha.
O objetivo é comercializar o óleo da União no Campo de Libra, relativo ao primeiro contrato de partilha, que iniciará produção no segundo semestre de 2017. A expectativa é que o primeiro poço de Libra produza em torno de 30 mil barris/dia. Parte disso pertence à União. O governo federal detém 42% do óleo-lucro (nome que se dá ao excedente em óleo, após o pagamento de gastos efetuados pelas contratadas) de Libra.
A primeira venda do óleo de Libra, cujo Teste de Longa Duração (TLD) está previsto para julho próximo, deverá atingir 500 mil barris só de petróleo da União. "Dos outros sócios, cada um tem sua participação, e cada um vende separadamente. Para a União, estimamos em torno de 500 mil barris, até o final do ano", disse ontem à Agência Brasil o presidente da PPSA, Ibsen Flores Lima.
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