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Porto Alegre, quarta-feira, 31 de maio de 2017. Atualizado às 11h25.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 31/05 às 11h29min

Queda da Bovespa ganha mais força com depreciação das bolsas em Nova Iorque

A Bovespa abriu em leve queda, com as ações de grandes bancos em alta e as blue chips ligadas a commodities em queda. Depois da abertura do mercado de ações à vista em Nova Iorque, a alta no setor financeiro foi perdendo força e algumas ações passaram a cair. Dow Jones e S&P500 abriram em alta mas, pouco depois, passaram a oscilar perto da pontuação de fechamento do dia anterior, ora em queda, ora em alta. Às 10h38min desta quarta-feira (31) o Ibovespa recuava 0,51% aos 63.637,80 pontos.
O pregão desta quarta no Brasil sinaliza que o investidor pode aproveitar a alta acumulada de 3,71% em seis dias para embolsar alguns lucros. Há motivos que podem vir a justificar isso. O dólar está em queda ante o real - o que subtrai parcialmente a atratividade da Bolsa brasileira para quem faz as contas em moeda estrangeira - e os preços das commodities caem com alta correlação com o Brasil, no caso minério de ferro e petróleo.
Na última hora, as taxas dos juros futuros renovaram as mínimas em ajustes remanescentes à decisão de política monetária do Copom nesta quarta e também em linha com o dólar perdendo valor. No mercado de ações, o possível corte de um ponto porcentual na Selic pelo comitê do BC já está precificado, segundo um operador. Por conta disso, a reunião desta quarta não influenciaria os negócios.
Do noticiário corporativo, um destaque é a JBS. As ações ON da companhia, que colocou em xeque a governabilidade do presidente Michel Temer após delação premiada, eram negociadas em alta de 5,27% às 10h32min, liderando os ganhos de ações dentro do Índice Bovespa (Ibovespa), que caía 0,43% no mesmo horário, para 63.685 pontos.
A força-tarefa da Operação Greenfield e procuradores do MPF fecharam acordo com a J&F, de modo que a companhia pagará R$ 10,3 bilhões em 25 anos. O pagamento será feito exclusivamente pela J&F, deixando as subsidiárias livres de despesas.
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