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Porto Alegre, terça-feira, 30 de maio de 2017. Atualizado às 23h36.

Jornal do Comércio

Economia

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Notícia da edição impressa de 31/05/2017. Alterada em 30/05 às 22h27min

Bndes será o operador do fundo Brasil-China

Ministro Dyogo de Oliveira destacou que projetos serão escolhidos conjuntamente pelos países

Ministro Dyogo de Oliveira destacou que projetos serão escolhidos conjuntamente pelos países


NELSON ALMEIDA/NELSON ALMEIDA /AFP/JC
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) será um dos operadores do Fundo de Cooperação Brasil-China, lançado ontem pela Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento e pelo Fundo de Cooperação Chinês para Investimento na América Latina (Claifund), informou a instituição de fomento em nota.
Segundo o Bndes, o Fundo Brasil-China terá até US$ 20 bilhões. De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, serão atendidos os setores de logística, energia, recursos minerais, tecnologia avançada, agricultura, agroindústria, manufatura e serviços digitais. "O processo de decisão de quais projetos receberão os recursos será desenvolvido em conjunto pelos dois países", afirmou Oliveira. Depois de dois anos de negociação, esse fundo começa a operar amanhã. O instrumento foi anunciado em 2015, durante visita do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil.
"Os setores estabelecidos como prioritários para receber financiamento do fundo são principalmente os ligados à infraestrutura, como os de logística e energia, mas serão avaliados também projetos em outros setores, como indústria, recursos minerais, agroindústria, novas tecnologias e serviços digitais", diz a nota do Bndes.
Ainda conforme o banco de fomento, do montante total,
US$ 15 bilhões serão desembolsados pelo Claifund e outros
US$ 5 bilhões pelas instituições brasileiras que participarão do financiamento dos projetos. O Bndes e a Caixa Econômica Federal serão os operadores preferenciais do fundo de cooperação, "embora a participação como potencial financiador seja aberta a outras instituições financeiras brasileiras".
Os pedidos de empréstimo serão avaliados pelo Grupo Técnico de Trabalho, formado por representantes do Brasil e do Claifund, e pelo Comitê Diretivo. O comitê será composto por seis membros, três representantes brasileiros e três chineses. "A partir da análise do Grupo Técnico, o Comitê avaliará se os projetos atendem aos interesses do Brasil e da China e oferecerão um certificado aos projetos aprovados", diz a nota do Bndes.
Ainda segundo o banco de fomento, o Claifund participará de cada financiamento na proporção três para um, ou seja, para cada US$ 1 financiado pelas instituições brasileiras, o Claifund contribuirá com outros US$ 3.
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