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Porto Alegre, terça-feira, 30 de maio de 2017. Atualizado às 08h38.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 30/05 às 08h44min

Petróleo opera em baixa, ainda repercutindo decisão sobre cortes na produção

Os futuros de petróleo operam em baixa, revertendo leves ganhos da sessão anterior, ainda influenciados pela decisão de grandes produtores, na semana passada, sobre a manutenção de cortes na oferta.
Às 8h08min (de Brasília), o petróleo tipo Brent para agosto, que já é o contrato mais líquido na IntercontinentalExchange (ICE), recuava 0,72% a US$ 52,26 por barril, enquanto o Brent para julho, que vence amanhã, tinha queda de 0,76%, a US$ 51,89 por barril. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para julho caía 0,32%, a US$ 49,64 por barril.
Na última quinta-feira (25), a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e nações de fora do bloco, incluindo a Rússia, decidiram continuar reduzindo sua produção combinada em cerca de 1,8 milhão de barris por dia por mais nove meses, até março de 2018.
Alguns operadores torciam por uma extensão mais longa, possivelmente de 12 meses, ou cortes mais agressivos na produção.
"O mercado estava apenas esperando uma outra surpresa", comentou Emily Ashford, diretora de pesquisa de energia do Standard Chartered. "E ficou decepcionado (pelos produtores) não terem ido mais longe."
Também pesa no petróleo nesta manhã um relatório do Goldman Sachs reduzindo suas projeções de preços para este ano. O banco alterou sua estimativa para o preço médio do barril em 2017 de US$ 54,80 para US$ 52,39, no caso do WTI. Já para o tipo Brent, a mudança foi de US$ 56,75 para US$ 55,39 o barril.
Ao longo da semana, investidores vão acompanhar pesquisas semanais do American Petroleum Institute (API) e do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano sobre os estoques de petróleo dos EUA.
O levantamento do API está previsto para amanhã (31) e o do DoE, para quinta-feira (1º).
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