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Porto Alegre, segunda-feira, 29 de maio de 2017. Atualizado às 10h15.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 29/05 às 10h18min

Taxas curtas recuam de olho no Copom, mas longas sobem com dólar e crise politica

As taxas de médio e longo prazo estão em alta nesta segunda-feira (29) refletindo a pressão no dólar, incertezas políticas e a troca de comando na pasta da Justiça. Já os juros futuros curtos caem precificando as apostas majoritárias em corte de 1 ponto porcentual da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira, para 10,25% ao ano.
Investidores estão na expectativa se o novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, fará mudanças na Polícia Federal, que conduz a Lava Jato e outras operações que investigam a corrupção envolvendo agentes privados, Michel Temer e vários ministros e integrantes de seu governo, além de deputados e senadores da base aliada e oposição.
Às 9h37min, o DI para janeiro de 2018 estava em 9,335%, de 9,340% do ajuste anterior. O DI para janeiro de 2019 estava a 9,40%, na máxima, de 9,36% no ajuste de sexta-feira. Já o DI para janeiro de 2021 estava em 10,55%, de 10,49% no ajuste anterior. No câmbio, o dólar à vista subia 0,24%, aos R$ 3,2753. O dólar futuro para junho avançava 0,48%, aos R$ 3,2780.
Na Pesquisa Focus desta segunda, economistas elevaram a projeção para Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2017 de 3,92% para 3,95%,e para 2018, de 4,34% para 4,40%. As estimativas para Selic permaneceram em 8,50% para o fim de 2017 e de 2018. Já as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) pioraram, passando de 0,50% para 0,49% em 2017, e de 2,50% para 2,48% em 2018.
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