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Porto Alegre, quinta-feira, 25 de maio de 2017. Atualizado às 18h08.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 25/05 às 18h08min

Bolsas de Nova Iorque fecham em alta, com setores de consumo e tecnologia em destaque

As bolsas de Nova Iorque fecharam em alta nesta quinta-feira (25). Mesmo em dia de queda forte no petróleo, que pressionou os papéis do setor de energia em Wall Street, os índices avançaram, apoiados pela força dos setores de tecnologia e também de consumo.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,34%, a 21.082,95 pontos, o Nasdaq avançou 0,69%, a 6.205,26 pontos, e o S&P 500 teve alta de 0,44%, a 2.415,07 pontos. O S&P 500 e o Nasdaq tiveram patamar recorde de fechamento.
Balanços corporativos fortes relativos ao primeiro trimestre e indicadores econômicos dos EUA em geral positivos têm apoiado as bolsas neste ano, mesmo diante de mais dúvidas sobre os cortes de impostos e o estímulo fiscal prometidos pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Alguns, porém, mostram cautela com a força do mercado acionário. "Nós acreditamos que as ações dos EUA parecem caras", disse Jeff Hussey, diretor global de investimentos da Russell Investments, que reduziu sua exposição a ações de Nova Iorque neste ano. Os investidores de ações podem encontrar melhores oportunidades em outras praças, como a na Europa, disse Hussey, citando uma melhora geral nos balanços de companhias na zona do euro e valorizações relativamente baixas dos papéis.
Ações de consumo de itens que não são de primeira necessidade se destacaram hoje. O papel da Best Buy subiu 21%, após a varejista do setor de eletrônicos registrar lucro maior e elevar sua perspectiva de vendas para o ano, com um balanço que superou a expectativa dos analistas. Netflix subiu 3,4%, depois do papel ter seu preço-alvo elevado pelo banco de investimentos Piper Jaffray.
Já as ações que integram o setor de energia no S&P 500 tiveram baixa de 1,8%, em dia de forte queda do petróleo. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegou a um acordo para estender por mais nove meses um corte na produção da commodity, mas investidores desejavam mais, em um quadro de aumento na produção dos EUA. Estrategista do Rabobank, Jane Foley disse que, com a produção de xisto em alta nos EUA, mesmo com os cortes da Opep há o risco de que a oferta continue a ser "muito, muito ampla".
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