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Economia

- Publicada em 16 de Maio de 2017 às 19:34

Crescimento do Brasil já é sólido, afirma Meirelles

Reformar a Previdência vai fortalecer o País, disse Henrique Meirelles

Reformar a Previdência vai fortalecer o País, disse Henrique Meirelles


MIGUEL SCHINCARIOL/Miguel SCHINCARIOL/MIGUEL SCHINCARIOL/AFP/JC
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou ontem que o Brasil já está em trajetória sólida de crescimento importante. Ele citou indicadores antecedentes do primeiro trimestre do ano, lembrando que todos eles mostraram crescimento. De acordo com Meirelles, os dados de papelão ondulado, a produção de aço no País, o consumo de energia, o fluxo das estradas pedagiadas e a produção de veículos mostraram expansão nos três primeiros meses do ano, evidenciando que o País voltou a crescer.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou ontem que o Brasil já está em trajetória sólida de crescimento importante. Ele citou indicadores antecedentes do primeiro trimestre do ano, lembrando que todos eles mostraram crescimento. De acordo com Meirelles, os dados de papelão ondulado, a produção de aço no País, o consumo de energia, o fluxo das estradas pedagiadas e a produção de veículos mostraram expansão nos três primeiros meses do ano, evidenciando que o País voltou a crescer.
Como sinal de crescimento do primeiro trimestre, o ministro também citou a safra agrícola recorde deste ano. Segundo ele, esse resultado da safra também foi fruto de investimentos em tecnologia para a produtividade por parte do setor. "Estamos em trajetória de crescimento sólido, e esse crescimento agora é sustentado porque está sendo fundamentado", disse no evento Conexão Empresarial, em Nova Lima (MG).
Além dos dados de produção, Meirelles observou que os resultados medidos no mercado financeiro são impressionantes, como o risco Brasil e o comportamento do câmbio, com a queda do dólar. Também chamou a atenção para a melhora de perspectivas por parte de agências de ratings. Meirelles encerrou seu discurso dizendo que a mensagem que gostaria de deixar é a de que "podem se arriscar mais porque o Brasil está no caminho certo".
O ministro da Fazenda disse que reformar a Previdência é uma tarefa controversa em qualquer lugar do mundo. Ele destacou, porém, que a medida vai fortalecer a economia brasileira. "Como resultado da reforma, teremos uma economia mais forte", disse. Meirelles reforçou que o objetivo da reforma previdenciária é garantir o "direito básico" dos aposentados de receber o benefício. Meirelles também comentou que os brasileiros, se comparados ao resto do mundo, se aposentam, em média, muito cedo.
Meirelles disse acreditar que os desdobramentos da Operação Lava Jato, cujas investigações atingem parlamentares e membros do governo, não atrapalharão a reforma da Previdência e outras que o governo quer aprovar, como a trabalhista, que agora tramita no Senado.
"As reformas não são do governo. Não dependem do índice de apoio. São reformas do povo brasileiro para a economia voltar a crescer e é assim que elas estão sendo entendidas pela população e pelo Congresso. Isso não depende de uma situação política ou outra, ou de situações judiciais. Isso é de interesse do povo."
 

Maior faixa de isenção do IR não está em discussão

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou, nesta terça-feira, que um aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) das pessoas para R$ 4 mil não está em discussão no momento. A declaração foi dada um dia depois de o presidente Michel Temer ter afirmado que essa medida foi ventilada no Palácio do Planalto como uma forma de aliviar o bolso das famílias brasileiras.
O aumento da faixa de isenção é uma proposta da ala política do governo e de parlamentares da base que acreditam que ela pode ser usada como moeda de troca para a aprovação das reformas trabalhista e da Previdência. O problema é que isso não conta com o apoio da equipe econômica. Essa desoneração representaria um custo elevado em um momento em que as receitas estão baixas.
"Isso aí (aumento da faixa) não está em discussão no momento. Foram ideias ventiladas. O presidente (Michel Temer) mencionou isso como uma coisa que seria positiva para as pessoas que estão naquela faixa de renda. Por outro lado, precisaria ver o custo disso para a economia e para a sociedade", disse Meirelles.
O ministro destacou que têm sido adotadas ações para aliviar o setor produtivo e os governos regionais. Ele lembrou que foi editada ontem uma Medida Provisória (MP) que permite aos municípios parcelarem suas dívidas previdenciárias em até 200 meses com redução de juros e multa. Já hoje será publicada uma MP para parcelar os débitos dos produtores com o Funrural em 180 meses, também com diminuição de encargos.
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