Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 13 de maio de 2017. Atualizado às 11h44.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Telecomunicações

Alterada em 13/05 às 11h44min

Fundo de investimentos comunica que só investirá na Oi se governo garantir regra de intervenção

Oi está em recuperação judicial e acumula dívida de R$ 65 bilhões

Oi está em recuperação judicial e acumula dívida de R$ 65 bilhões


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O fundo de investimentos Cerberus, representado no Brasil pela RK Partners, disse a integrantes do governo que pretende investir R$ 7 bilhões na Oi, mas quer a garantia de que uma intervenção pode ser decretada caso seja necessário. A Oi está em recuperação judicial e acumula dívida de R$ 65 bilhões.
Os executivos do fundo fizeram uma peregrinação em Brasília para apresentar a proposta e tiveram reuniões com membros do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Ministério da Fazenda.
Embora seja a terceira reunião do Cerberus com integrantes do governo, esta é a primeira vez que o fundo apresenta uma proposta financeira. O plano ainda não foi formalmente apresentado à operadora.
O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o fundo deixou claro que apoia a publicação do projeto de lei e da medida provisória que permitam uma intervenção na Oi. Uma outra fonte, porém, disse que Cerberus está disposto a injetar o dinheiro mesmo sem a intervenção. Porém, avalia que a publicação do projeto de lei e da medida provisória que tratam da Oi dariam mais segurança a esse plano.
Embora a Anatel tenha apresentado a minuta do projeto de lei e da medida provisória há mais de duas semanas, ainda há dúvidas e divergências entre as diversas áreas do governo sobre os termos das duas propostas.
O Ministério da Fazenda teme abrir um precedente para todas as empresas em dificuldades financeiras. Já a Casa Civil defende um marco que sirva para todas as concessões, autorizações e permissões de diversos setores de infraestrutura.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia