Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 12 de maio de 2017. Atualizado às 18h24.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 12/05 às 18h24min

Bolsas de Nova Iorque fecham na maioria em baixa, após dados dos EUA

As bolsas de Nova Iorque fecharam na maioria em baixa nesta sexta-feira (12), após parte dos indicadores dos Estados Unidos divulgados ficar abaixo das expectativas dos analistas.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,11%, em 20.896,61 pontos, o Nasdaq avançou 0,09%, para 6.121,23 pontos, e o S&P 500 teve queda de 0,15%, a 2.390,90 pontos. Na comparação semanal, o Dow Jones caiu 0,53%, o Nasdaq avançou 0,34% e o S&P 500 teve queda de 0,35%.
Os dados mais modestos ocorrem após uma série de indicadores fracos no primeiro trimestre. Os investidores vinham em grande medida dando pouco peso aos sinais de crescimento econômico mais fraco nos EUA em 2017, com a avaliação de que os primeiros meses do ano tendem a ser mais lentos e de que os balanços têm sido em geral melhores que o esperado. As ações de Nova York oscilam perto das máximas recordes, enquanto a volatilidade recuou a mínimas históricas.
As ações que avançaram em geral foram papéis chamados de defensivos. As ações das concessionárias tiveram o melhor desempenho entre as integrantes do S&P 500 hoje, com alta de 0,5%.
Mais cedo, as vendas no varejo tiveram crescimento um pouco abaixo da previsão dos analistas em abril, segundo o Departamento do Comércio. Além disso, o núcleo da inflação ao consumidor também ficou um pouco abaixo do esperado, segundo o Departamento do Comércio. Excluindo-se alimentos e energia, o núcleo da inflação ao consumidor subiu 1,9% em abril na comparação anual, pela primeira vez desde outubro de 2015 abaixo do patamar de 2%.
Os dados foram divulgados após alguns balanços frustrantes de varejistas. As ações da Nordstrom caíram 11%, após a companhia reportar uma queda inesperada em suas vendas nas mesmas lojas, enquanto o papel da J.C. Penney recuou 14%, após a loja de departamentos reportar prejuízo no primeiro trimestre. Resultados fracos da Macy's na quinta-feira também pressionaram o varejo em Wall Street.
Apesar da fraqueza recente das varejistas, o panorama geral dos balanços nos EUA é positivo neste trimestre. As companhias estão a caminho de registrar o crescimento mais forte no lucro por ação desde 2011, segundo a CFRA Research. "A temporada de balanços do primeiro trimestre é a melhor em geral que vimos na última década", afirmou Olivier Marciot, gerente de investimentos da Unigestion. "O consumo tem estado um pouco fraco nos dois últimos meses, mas não estamos nada preocupados no momento com o consumidor dos EUA", comentou ele.
Entre outras ações em foco, Microsoft recuou 0,12%, em dia em que um ataque cibernético afetou dezenas de países pelo mundo. Especialistas atribuíram o ataque a um problema no sistema operacional Windows, da Microsoft. Um software malicioso se aproveitaria da falha para instalar o vírus nos computadores. Com a notícia, o papel da companhia ficou pressionado durante esta jornada.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia