Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 11h21.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 11/05 às 11h24min

Com alta do petróleo e de ações de bancos, Bovespa abre em alta

A Bovespa abriu em leve alta nesta quinta-feira (11) fortalecida pela persistente valorização do petróleo e a reboque da reação no exterior a dados econômicos dos Estados Unidos melhores que o previsto. Às 9h30, os EUA divulgaram que a inflação ao produtor (PPI) subiu 0,5% em abril ante março, melhor que a expectativa de alta de 0,2% dos analistas. Os pedidos de auxílio-desemprego caíram 2 mil na semana, a 236 mil, quando a previsão eram de 244 mil.
Logo após a divulgação dos indicadores, os juros dos Treasuries passaram a subir, batendo máximas, e o dólar reduziu perdas ante o iene, o euro e também em relação ao real. A moeda americana chegou a bater máxima em relação à americana nos mercados à vista e futuro mas, depois, voltou a renovar mínimas.
Os preços futuros do petróleo estão em alta nesta quinta-feira, beneficiados pelo otimismo renovado entre investidores de que os cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) podem reequilibrar o mercado mundial.
Às 10h27min, o Ibovespa subia 0,22% aos 67.496,32 pontos. As ações da Petrobras também subiam, sendo que a PN (+0,85%) da petroleira estava entre as maiores altas do índice nesse horário.
A ON do Banco do Brasil (+2,31%) também estava no ranking das ações do Ibovespa que mais sobem. O bom desempenho acontece depois de a instituição divulgar que quase dobrou o lucro líquido reportado no primeiro trimestre, com expansão de 95,6%, para R$ 2,515 bilhões em relação ao mesmo período do ano passado.
Até a abertura do mercado à vista, o Ibovespa futuro permaneceu em baixa. O principal motivo foi a decepção com os dados de varejo de março, que mostraram queda de 1,90% ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia