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Porto Alegre, domingo, 14 de maio de 2017. Atualizado às 14h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Notícia da edição impressa de 09/05/2017. Alterada em 09/05 às 11h14min

Kassab não descarta privatização dos Correios

Ministro Gilberto Kassab participou de cerimônia no Palácio Piratini

Ministro Gilberto Kassab participou de cerimônia no Palácio Piratini


KARINE VIANA/KARINE VIANA/PALÁCIO PIRATINI/JC
Carolina Hickmann
Durante encontro no Palácio Piratini, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, falou sobre a possibilidade de privatização dos Correios e sua citação na Operação Lava Jato. "Não poderemos conviver com o déficit de uma empresa como os Correios", argumentou Kassab, que garantiu que existem esforços por parte do poder público para a reestruturação financeira da empresa pública.
No ano passado, os Correios tiveram déficit de R$ 2 bilhões; em 2015, o valor foi de R$ 2,1 bilhões. Desde o dia 26 de abril, parte dos trabalhadores da empresa estão em greve. Ameaças de demissões, fechamento de agências e um suposto desmonte fiscal protagonizado por repasses ao governo e patrocínios são os motivadores.
O ministro, em outras ocasiões, posicionou-se contrariamente à privatização. Na tarde de ontem, por outro lado, Kassab limitou-se a ressaltar que os Correios são muito bem quistos pela população e disse que não lhe cabe a decisão. "Essa não é uma decisão ministerial, mas de governo", argumentou. "Como não podemos aumentar a receita através de tributos, é evidente que despesas têm que ser cortadas", disse Kassab.
Em dezembro, um plano de demissões voluntárias foi anunciado, bem como o fechamento de agências, como contenção de gastos. A medida teve a adesão de 5 mil funcionários, o que tem potencial de gerar economia de R$ 500 milhões. Em março, o anúncio de fechamento de 250 das 6.511 agências da empresa acirraram os ânimos entre funcionários e governo, além da estratégia de fusão de unidades em cidades de mais de 50 mil habitantes.
Kassab é um dos ministros de Michel Temer (PMDB) citados na Operação Lava Jato. Questionado sobre sua idoneidade, o ministro foi taxativo: "se não achasse que sou inocente, eu não estaria aqui".
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Comentários
Herculano Nunes 13/05/2017 22h34min
não entendo esse medo da privatização, precisamos de concorrência, só assim vão melhorar um dos piores serviços que temos nesse país, empresas publicas nesse país só servem para corrupção, troca de favores políticos, negociatas, etc (nada funciona bem sem concorrência) alem de privatizar tem que abrir para novas empresas já!
Fernando Noronha 09/05/2017 16h49min
Eu acho MUITO estranho isto.nTudo mundo diz que o governo tem quese dedicar à segurança, justiça, educação e saúde !!nQuando alguém fala em privatizar uma empresa (que já foi ótima)nque não acompanhou o novo ritmo dos negócios,nSEMPRE vem um grupo defendendo a não privatização. nnEntendam uma coisa:n=================nnOnGOVERNOnNÃO nÉnUMnBOMnEMPRESÁRIO !!!!!nnFernando Noronha
Paulo 09/05/2017 15h09min
É bem estranha essa conversa desse cidadão. Uma empresa que sempre foi orgulho do brasileiro, de repente fica inviável??? Tem coisa que não foi contada aí. a quem interessa essa privatização? E num governo que nem foi eleito por nós!!!
Rodrigo 08/05/2017 23h37min
Por favor não deixem os Correios ser privatizado... É uma empresa idônea com mais de 350 anos de serviços prestados desde a época do descobrimento quase... Lutemos por aquilo que é nosso patrimônio!