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Porto Alegre, domingo, 07 de maio de 2017. Atualizado às 22h28.

Jornal do Comércio

Economia

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Previdência

Notícia da edição impressa de 08/05/2017. Alterada em 07/05 às 21h23min

Diluição de reforma exigirá uma nova rodada de medidas até 2020

Quanto mais diluída for a reforma da Previdência, maior será o risco de que o presidente eleito em 2018 tenha que enfrentar, ainda em seu mandato, uma nova rodada de negociações sobre regras de aposentadorias e pensões. O Ministério da Fazenda informou que as negociações políticas até agora reduziram a economia prevista para os próximos 10 anos a 76%. O cálculo inicial previa uma economia próxima de R$ 800 bilhões (equivalente a cinco vezes o deficit atual). Agora, está perto de R$ 600 bilhões.
Cálculos do setor privado indicam, porém, que a diluição é maior e se aproxima de 60%. Dessa forma, economistas já têm no horizonte a possibilidade de uma nova reforma entre 2020 e 2022. Especialista em Previdência, o economista Paulo Tafner afirma que, em suas contas, a diluição provocou uma redução da economia prevista apenas no ano de 2022 de R$ 16 bilhões. Isso, segundo ele, levará o próximo presidente a ter que fazer nova redução de gastos na Previdência para abrir espaço para outras despesas na segunda metade de seu mandato.
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