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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de maio de 2017. Atualizado às 09h19.

Jornal do Comércio

Economia

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EMPRESAS

Alterada em 04/05 às 09h20min

Lucro líquido da Ambev foi de R$ 2,199 bilhões no primeiro trimestre de 2017

No primeiro trimestre, o lucro ajustado somou R$ 2,316 bilhões, recuo de 20,1%

No primeiro trimestre, o lucro ajustado somou R$ 2,316 bilhões, recuo de 20,1%


AMBEV/DIVULGAÇÃO/JC
A fabricante de bebidas Ambev reportou um lucro líquido de R$ 2,199 bilhões no primeiro trimestre de 2017, valor que representa uma queda de 20,5% ante igual período do ano anterior. Este resultado é atribuído à participação dos controladores.
Já o lucro consolidado registrou um recuo de 20,9% no primeiro trimestre na mesma base de comparação, alcançando R$ 2,289 bilhões. Em relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (4), a administração da companhia também informou o lucro líquido ajustado a itens não recorrentes. No primeiro trimestre, o lucro ajustado somou R$ 2,316 bilhões, recuo de 20,1%.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado caiu 17,3%, totalizando R$ 4,356 bilhões de janeiro a março. O ajuste exclui efeitos de itens não recorrentes.
No primeiro trimestre, a receita líquida da companhia somou R$ 11,241 bilhões, retração de 2,8% na comparação anual.
A Ambev manteve sua previsão de desaceleração do ritmo de crescimento dos custos no Brasil a partir da segunda metade deste ano. Em sua divulgação de resultados do primeiro trimestre de 2017, a companhia reafirmou sua meta (guidance) de que o Custo do Produto Vendido por hectolitro (CPV/hl) no País cresça dois dígitos no primeiro semestre e de que se mantenha estável ou cresça um dígito baixo no segundo semestre de 2017.
Este é o único guidance dado pela Ambev para o ano de 2017. A companhia deixou de fazer projeções que vinham sendo feitas em anos anteriores, como a de investimentos no Brasil ou de desempenho de receita no mercado doméstico.
Em comentário na divulgação de resultados, a empresa afirma considerar que o crescimento do custo por hectolitro no acumulado do ano de 2017 será "significativamente inferior" ao crescimento registrado no primeiro trimestre de 2017. Entre janeiro e março, houve alta de 29,1% do CPV/hl na operação no Brasil ante igual período do ano passado, chegando a R$ 96,9.
A Ambev avalia ainda que o ambiente macroeconômico no Brasil "continua desafiador, com a taxa de desemprego cada vez mais alta e a renda disponível deteriorada, o que está levando à queda contínua da indústria de cerveja".
A companhia estimou que o mercado brasileiro de cerveja tem encolhido e que a produção da bebida no País se reduziu na ordem de um dígito baixo. "Fomos capazes de reverter a tendência negativa e aumentar os nossos volumes de cerveja em 3,4%", afirmou a companhia sobre a produção no primeiro trimestre.
A Ambev não fez comentários, porém, sobre a participação de mercado em cerveja no Brasil. Ao final do ano passado, a companhia havia perdido fatia de mercado no negócio de cerveja. O market share da fabricante, segundo dados da Nielsen citados pela empresa naquele momento, chegou a 66,3% em 2016, uma piora de 1,2 ponto ante os 67,5% apurados em 2015.
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