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Porto Alegre, terça-feira, 02 de maio de 2017. Atualizado às 21h25.

Jornal do Comércio

Economia

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petróleo

Alterada em 02/05 às 21h26min

Consórcio de Libra consegue redução de US$ 13/barril no preço de equilíbrio

A Petrobras comunicou nesta terça-feira (2), alguns dados que mostram avanços relacionados ao Campo de Libra, especialmente em ganhos de eficiência que geraram economia para a companhia. Segundo o documento, a colaboração com os parceiros que fazem parte do consórcio de exploração da área possibilitou uma redução de aproximadamente US$ 13 por barril no preço de equilíbrio do empreendimento.
A estatal relata que este ganho é resultado principalmente da otimização de custos e do aumento no fator de recuperação das jazidas do bloco, que integram o projeto "Libra@35", com o objetivo de alcançar o preço de equilíbrio de US$ 35/barril.
Entre as ações já concluídas, segundo a Petrobras, está a redução de 460 dias na fase de avaliação, com melhora nos processos de aquisição de informações durante a fase de exploração, que geraram ganhos de US$ 360 milhões.
A companhia cita também o uso de um projeto simplificado com uma técnica de acompanhamento de desempenho de poços controlados remotamente, com ganho de 7 a 18 dias nesse tipo de atividade. Houve também o uso de uma tecnologia chamada WAG loop, que permite a conexão de dois poços injetores de água/gás em um "loop". Com essa técnica, houve uma redução do uso de linhas flexíveis e economia de US$ 300 milhões.
O consórcio ainda planeja aplicar, para o projeto Libra 4, o envolvimento das companhias fornecedoras desde a concepção. O objetivo da iniciativa é reduzir em 30% o volume de investimento em equipamentos e instalação dos sistemas submarinos. A Petrobras projeta uma economia de US$ 400 milhões com essa decisão.
O consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%).
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