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Porto Alegre, terça-feira, 02 de maio de 2017. Atualizado às 13h19.

Jornal do Comércio

Economia

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aviação

Alterada em 02/05 às 13h21min

Embraer: lançamento do satélite geoestacionário está previsto para 4 de maio

O vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, José Antonio de Almeida Filippo, informou nesta terça-feira (2) que o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) da Telebras está previsto para o dia 4 de maio.
Originalmente, o lançamento estava previsto para março, mas foi adiado em função de paralisações realizadas por movimentos sociais na Guiana Francesa, o que impossibilitou a mobilização da infraestrutura necessária para o ato na ocasião.
Durante teleconferência com jornalistas, Filippo ainda afirmou que o lançamento do satélite possui uma receita associada de US$ 100 milhões, valor que seria contabilizado no primeiro trimestre caso a operação tivesse ocorrido dentro do cronograma original. "O lançamento, por si, é considerado como um marco, e o contrato prevê essa receita", explicou.
Ainda dentro do segmento de Defesa e Segurança, o executivo afirmou que os desembolsos do governo relativos ao programa KC-390 seguem sem maiores alterações e que o desenvolvimento físico da aeronave militar está ocorrendo normalmente.
Segundo o executivo, a Embraer possuía, ao fim do primeiro trimestre, R$ 932 milhões a receber do comando da Aeronáutica, montante ligeiramente superior ao verificado no fim do quarto trimestre do ano passado, quando a quantia era de R$ 859 milhões.
"Temos prosseguido em termos físicos, a campanha de ensaios tem avançado significativamente", disse Filippo, lembrando que, nos três primeiros meses de 2017, a Embraer realizou ensaios de reabastecimento em voo e de lançamento de carga com a aeronave militar. "Continuamos com a meta de obter a certificação até o fim do ano, e que, no ano que vem, ocorram as primeiras entregas".
Questionado a respeito de possíveis encomendas do KC ainda neste ano, o executivo ressaltou que a Embraer começará a intensificar o trabalho comercial relacionado à aeronave, mas que não há como garantir o fechamento de encomendas. "Temos a expectativa de que algum resultado possa ser visto ainda nesse ano", ponderou.
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