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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de maio de 2017. Atualizado às 13h38.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 10/05/2017. Alterada em 10/05 às 13h39min

Reforma sem comemoração

Jerônimo Goergen

Jerônimo Goergen


/CÂMARA DOS DEPUTADOS/DIVULGAÇÃO/JC
Na opinião do deputado federal gaúcho Jerônimo Goergen (PP), "o Brasil não tem o que comemorar na reforma da Previdência", passando ou não passando a proposta apresentada pelo governo. Disse que "não é uma proposta pensada e, além disso, foi mal divulgada e mal articulada". E sentenciou: "não é uma proposta justa".
Fetag briga pelos 55 anos
Segundo Jerônimo Goergen, quanto aos trabalhadores rurais, o impasse permanece na forma de contribuição à Previdência; e anunciou que o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, está em Brasília para tentar sensibilizar os parlamentares sobre o que pretende o setor. "Nós já marcamos reuniões com o líder do governo e com o relator da reforma da Previdência, para mostrar a contrariedade dos trabalhadores rurais com a proposta. Em assembleia-geral, em Porto Alegre, na sexta-feira passada, o grupo definiu que não abre mão de manter os 55 anos. "O governo quer que a contribuição seja individual, enquanto o Movimento Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais seguirá lutando para que continue da forma como está, ou seja, 2,1% sobre a comercialização."
Desenvolvimento infantil
O ministro Osmar Terra (PMDB, Desenvolvimento Social e Agrário) participou, ontem, do Intercâmbio de Informações e Experiências na Área Social. Promovido pela primeira-dama, Marcela Temer, o evento reuniu, no Palácio da Alvorada, embaixatrizes de diversos países para trocar experiências sobre a área social, com ênfase em políticas e ações voltadas para crianças e adolescentes. Na ocasião, Terra apresentou as ações voltadas para o desenvolvimento infantil, com destaque para o Criança Feliz. Lançado em outubro do ano passado, o programa federal vai atender crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos do Benefício de Prestação Continuada. Até 2018, serão atendidas 4 milhões de crianças.
O drama do Funrural
No final de março, o Supremo julgou ser constitucional, por 6 votos a 5, a cobrança do Funrural, contrariando própria decisão de 2010, quando analisou ação do Frigorífico Mata Boi e concordou que a cobrança era indevida. Desde então, grande parte dos produtores rurais, com base em liminares, deixaram de recolher o tributo, outros depositaram em juízo. Com isso, estima-se que os produtores rurais passaram a ter uma dívida, sem correções, de cerca de R$ 8 bilhões - sem contar os valores depositados em juízo. Cálculos feitos pelo gabinete do deputado federal gaúcho Luis Carlos Heinze (PP) revelam que esses valores corrigidos podem ultrapassar R$ 20 bilhões.
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