Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 18 de abril de 2017. Atualizado às 23h49.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

operação lava jato

Notícia da edição impressa de 19/04/2017. Alterada em 18/04 às 23h47min

Alexandrino Alencar revela que petroquímica Braskem negociou um 'mensalão da nafta'

Antonio Palocci é réu por corrupção e lavagem de dinheiro

Antonio Palocci é réu por corrupção e lavagem de dinheiro


HEULER ANDREY/HEULER ANDREY/AFP/JC
Em delação à Procuradoria-Geral da República, o ex-executivo da Odebrecht Alexandrino Alencar aponta que os vários esquemas de corrupção que alimentavam as operações da petroquímica Braskem incluíram a tentativa de instituir uma cobrança constante de propina sobre o contrato de nafta firmado entre a empresa e a Petrobras. A ideia era criar um "mensalão da nafta", para bancar propinas a políticos do PP e outros ligados ao ex-diretor de Abastecimento da petroleira, o delator Paulo Roberto Costa.
Alencar atuou na área petroquímica do grupo entre 1992 e 2007 e foi vice-presidente da Braskem. A nafta é a principal matéria-prima da gasolina, plásticos, tintas e borrachas. Em 2009, a Braskem (empresa hoje controlada pela Odebrecht) travava uma queda de braço com a fornecedora Petrobras em torno do preço da nafta. O objetivo era conseguir um preço mais baixo com a petroleira. Quem pilotava as decisões era Paulo Roberto Costa.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia