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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 19h22.

Jornal do Comércio

Política

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operação lava jato

12/04/2017 - 18h50min. Alterada em 12/04 às 19h24min

'Vamos colocar as cartas na mesa', diz FHC sobre lista de Fachin

"Isso nunca chegou ao meu conhecimento, mas também não posso responder nada porque não conheço o texto do que realmente foi declarado e se houve alguma referência específica pelo senhor Emílio", falou

"Isso nunca chegou ao meu conhecimento, mas também não posso responder nada porque não conheço o texto do que realmente foi declarado e se houve alguma referência específica pelo senhor Emílio", falou


VALTER CAMPANATO/ABR/JC
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais nesta quarta-feira (12), para comentar a delação de Emílio Odebrecht, despachada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O delator disse ter pago "vantagens indevidas não contabilizadas" às campanhas do tucano.
"Isso nunca chegou ao meu conhecimento, mas também não posso responder nada porque não conheço o texto do que realmente foi declarado e se houve alguma referência específica pelo senhor Emílio", falou. 
O ex-presidente disse, ainda, que o Brasil precisa hoje de transparência. "A Lava Jato está colaborando no sentido de colocar as cartas na mesa. Vamos colocar as cartas na mesa", disse o tucano. "Eu não tenho nada a esconder, nada a temer, e vou ver com calma do que se trata. Por enquanto, não é nada específico, é tudo muito vago."
FHC também criticou a transcrição do despacho, que disse que as campanhas foram em 1993 e 1997. "Está erradamente no texto, não houve campanha em 93, nem 97. É 1994 e 1998."
Pela falta de foro privilegiado do ex-presidente, Fachin declinou da competência sobre essa investigação. No despacho, o ministro determinou que a remessa dos autos fosse para a primeira instância da Justiça Federal em São Paulo, onde mora o tucano.
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