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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de abril de 2017. Atualizado às 19h06.

Jornal do Comércio

Política

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reforma da previdência

06/04/2017 - 19h07min. Alterada em 06/04 às 19h08min

Renan Calheiros: recuo mostra que é possível fazer reforma 'sem penalizar trabalhador'

Renan se posicionou contra o texto defendido pelo Palácio do Planalto nos últimos tempos

Renan se posicionou contra o texto defendido pelo Palácio do Planalto nos últimos tempos


Edilson Rodrigues/AGÊNCIA SENADO/JC
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), afirmou nesta quinta-feira (6), em nota que a decisão do presidente Michel Temer de autorizar a flexibilização da proposta da Previdência demonstra que é possível fazer a reforma sem punir os trabalhadores. "Bastava ter ouvido antes", reclamou. Nas últimas semanas, Renan subiu o tom contra o texto defendido pelo Palácio do Planalto.
"Esses recuos do governo mostram que é possível fazer a reforma da Previdência para a próxima década sem seguir a conta da banca (R$ 738 bilhões em 10 anos), sem empobrecer o Nordeste e sem penalizar os trabalhadores", diz a nota do peemedebista.
Hoje (6), Temer autorizou o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), a fazer modificações na proposta em relação a cinco temas: regra de transição, aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada, pensões e aposentadorias especiais de professores e policiais.
Após o anúncio da mudança de posicionamento, Temer ponderou que a decisão não pode ser considerada um recuo. "Prestar obediência ao que o Congresso nacional sugere - o Congresso que é o centro das aspirações populares - não pode ser considerado um recuo. Nós estamos trabalhando conjuntamente", minimizou.
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