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Porto Alegre, terça-feira, 04 de abril de 2017. Atualizado às 13h49.

Jornal do Comércio

Política

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justiça eleitoral

Alterada em 04/04 às 13h51min

'Melhor seria manter Temer até fim do mandato', diz Doria em SP

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que é melhor para o Brasil que o presidente Michel Temer (PMDB) não seja cassado e possa terminar o mandato. Uma eventual cassação do peemedebista no processo que julga a chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iria gerar uma "grave instabilidade no País", disse o tucano.
Após discursar na terceira edição do Summit Imobiliário, realizado pelo Grupo Estado e pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Doria afirmou que é preciso realizar eleições presidenciais em 2018 com tranquilidade e economia estabilizada, o que vem acontecendo, segundo ele, com Temer no governo.
"Uma eventual limitação desse processo, a meu ver, provocaria uma grande instabilidade no País. Não vejo condições de o Brasil suportar mais um processo de turbulência desta ordem e, sinceramente, não vejo necessidade, ainda que respeite as decisões do legislativo e, principalmente, do judiciário", disse Doria. A mesma defesa foi feita no evento pelo padrinho político de Doria, o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Tanto no discurso como na entrevista, o prefeito destacou a "sinergia" que há entre a Prefeitura, o governo do Estado e o governo federal. O cenário, segundo ele, não ocorria desde o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Doria negou que estivesse defendendo uma aliança entre PSDB e PMDB nas próximas eleições. Afirmou que seu discurso foi feito no sentido de gestão e administração, e não tem relação com política partidária. "Não vejo nenhuma questão partidária, eu vejo alinhamento de ação e de atitude", disse. Ele destacou que os ministros de Temer e os membros do governo de Alckmin têm feito contato permanente com a Prefeitura para integrar as ações.
O prefeito afirmou ainda que pode implantar a previdência complementar para os servidores municipais. "Há uma tendência, não é uma decisão, de acompanhar o governo do Estado no mesmo programa previdenciário que eles adotaram, que foi equilibrado e bom para as pessoas e para o Estado", disse.
Em maio, um grupo de trabalho deverá apresentar uma proposta de reforma da Previdência do município, disse Doria. Após isso, o estudo vai ser analisado e, eventualmente, um projeto poderá ser encaminhado ao Legislativo. Na Câmara de Vereadores, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) já tentou aprovar uma proposta de previdência complementar, mas o projeto foi retirado na sequência.
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