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Porto Alegre, sexta-feira, 21 de abril de 2017. Atualizado às 15h48.

Jornal do Comércio

Internacional

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venezuela

Alterada em 21/04 às 15h50min

Governos da América Latina criticam onda de violência na Venezuela

Agência Brasil
Os governos do Brasil, da Argentina, do Chile, da Colômbia, Costa Rica, de Honduras, do México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai condenaram hoje (20) a onda de violência na Venezuela. Esta semana, três pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas em protestos em Caracas e cidades de 14 estados do país.
Em nota, os 11 governos latino-americanos "reiteram a urgência de as autoridades venezuelanas adotarem medidas para garantir os direitos fundamentais e preservar a paz social".
"É imperativo que a Venezuela retome o caminho da institucionalidade democrática e que seu governo defina as datas para o cumprimento do cronograma eleitoral, liberte os presos políticos e garanta a separação dos poderes constitucionais", diz o texto divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
No comunicado, o Itamaraty diz que os governos da região se somam ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, "que insta todas as partes a adotar medidas concretas para reduzir a polarização e criar as condições necessárias para enfrentar os desafios do país, a favor do povo venezuelano".
A onda de violência na Venezuela se agravou esta semana em meio à polarização política no país. A oposição marchou em vários estados contra o presidente Nicolás Maduro, enquanto milhares de venezuelanos convocados pelo governo foram às ruas defender o chavista.
Na véspera dos protestos, Maduro convocou os militares, as forças de segurança e também as milícias civis armadas para protegê-lo contra um suposto golpe de Estado que, segundo ele, estaria sendo tramado pelos Estados Unidos com o apoio de seus adversários. A Venezuela enfrenta uma séria crise econômica, marcada por uma inflação anual de 700% e escassez de medicamentos e alimentos. O país também está cada vez mais isolado internacionalmente e o governo de Maduro é acusado de violar a ordem democrática.
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