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Porto Alegre, domingo, 23 de abril de 2017. Atualizado às 22h47.

Jornal do Comércio

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Saúde

Notícia da edição impressa de 24/04/2017. Alterada em 23/04 às 21h13min

Posto Modelo funcionará até as 22h a partir de amanhã

Local também terá atendimento odontológico no horário estendido

Local também terá atendimento odontológico no horário estendido


CLAITON DORNELLES /CLAITON DORNELLES/JC
A partir de amanhã, o Centro de Saúde Modelo, na rua Jerônimo de Ornelas, no bairro Santana, passa a atender até as 22h. Além do atendimento médico, o Modelo também disponibilizará serviço odontológico das 18h às 22h. Essa é a segunda unidade de saúde a adotar o modelo de atendimento estendido, uma promessa de campanha do prefeito Nelson Marchezan Júnior. O primeiro foi o Posto São Carlos, no bairro Agronomia, que atende com horário ampliado desde a metade de março.
Segundo Marchezan Júnior, no total, oito unidades distritais em oito regiões da Capital passarão a funcionar com horário estendido, embora ainda não se saiba quais serão as outras seis, nem quando a ampliação de horário ocorrerá. Nesta semana, a prefeitura deve concluir a integração dos sistemas de entrega e controle de estoque de medicamentos nas farmácias distritais. Desde o começo do ano, os estabelecimentos têm sido fechados, em dias alternados, por 24 horas, para a realização do inventário. O objetivo da medida é agilizar o atendimento e o acompanhamento, desde a chegada de medicamentos no almoxarifado até a entrega à população.
Amanhã, a Farmácia Distrital de Saúde Sarandi, na avenida Baltazar de Oliveira Garcia, estará sem atendimento ao público, reabrindo às 12h de quarta-feira. Na quinta-feira, é a vez da Farmácia Distrital Murialdo, na avenida Bento Gonçalves. O serviço será normalizado às 12h de sexta-feira. O sistema já foi atualizado nas farmácias distritais de saúde Restinga (Restinga), Navegantes (São Geraldo), Camaquã (Camaquã), Santa Marta (Centro), Vila dos Comerciários (Santa Tereza), Farroupilha (Santana), Bom Jesus (Bom Jesus) e IAPI (Passo d'Areia).

Jogo nas redes que estimula suicídio preocupa pais e profissionais da área

Em função da disseminação de casos de suicídio entre adolescentes como resultado de um desafio proposto por um jogo via redes sociais e mensagens chamado Baleia Azul, a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre emitiu um alerta aos serviços de saúde com o objetivo de chamar a atenção dos profissionais e de pais e mães para o possível comportamento incomum de crianças e adolescentes.
O jogo, realizado em grupos, via redes sociais e WhatsApp, propõe 50 desafios, e o último seria o suicídio. A prefeitura não confirmou a ocorrência de mortes na Capital, mas alerta que a "brincadeira" consiste em uma série de desafios que incluem tarefas de automutilação e de ingestão de medicamentos.
A prefeitura sugere que crianças e adolescentes que apresentem comportamento diferente do usual sejam auxiliados pelos pais, que devem procurar tratamento especializado. Em Porto Alegre, existem dois plantões de emergência em Saúde Mental com atendimento 24 horas: no Centro de Saúde Vila dos Comerciários e no Centro de Saúde IAPI.
Alguns comportamentos específicos, como falar sobre morte e suicídio, mesmo que indiretamente, isolamento, perda do interesse em atividades habituais, perda do interesse nas pessoas, mudanças no hábito de sono (dormir demais ou de menos), mudanças nos hábitos alimentares (perda ou aumento de apetite), irritabilidade, piora no desempenho escolar, recusa em ir à escola, comportamentos autodestrutivos (automutilação, uso de álcool e drogas) e tentativas anteriores de suicídio são sinais de que algo está errado.

Com 325 milhões vivendo com a doença, OMS pede resposta urgente no combate a hepatites virais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para o aumento de casos de hepatites virais em todo o mundo. A estimativa é que 325 milhões de pessoas vivam com um quadro crônico de infecção viral por hepatite B ou C - a maioria delas sem acesso a exames que atestem a doença e, portanto, sem tratamento. "Como resultado, milhões estão sob risco de uma progressão lenta para um quadro de doença crônica do fígado, câncer e morte", destacou a entidade.
A diretora-geral Margaret Chan afirmou que a hepatite viral hoje é reconhecida como um grande desafio de saúde pública, que exige uma resposta imediata por parte dos países-membros. "Vacinas e medicamentos para combater a hepatite existem, e a OMS está empenhada em ajudar a garantir que cheguem a todos que precisam", afirmou.
Dados da OMS mostram que as hepatites foram responsáveis pela morte de 1,34 milhão de pessoas em 2015, número comparável ao total de mortes provocadas por tuberculose e pelo vírus HIV. A diferença é que, enquanto as mortes por essas duas doenças estão caindo, o inverso está ocorrendo com os óbitos por hepatite viral.
Em 2015, cerca de 1,75 milhão foram infectados por hepatite C, elevando o total de pessoas que vivem com a doença para 71 milhões. Já novas infecções por hepatite B estão caindo graças à ampliação da cobertura vacinal. Entretanto, cerca de 257 milhões de pessoas, a maioria adultos nascidos antes do surgimento da vacina, viviam com um quadro crônico da doença em 2015.
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