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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de abril de 2017. Atualizado às 10h52.

Jornal do Comércio

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educação

Notícia da edição impressa de 06/04/2017. Alterada em 06/04 às 10h53min

Professores agredidos por policiais farão denúncia

Isabella Sander
Os professores da rede municipal de Cachoeirinha denunciarão as agressões ocorridas no dia 30 de março para os Ministérios Públicos do Trabalho, Federal e Estadual. A representação será por crime de lesa-humanidade e por violação de direitos fundamentais.
De acordo com o Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha (SMC), três servidores foram presos e 30 foram feridos por policiais militares durante protesto em frente à Câmara de Vereadores do município.
A entidade foi à reunião da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH) da Assembleia Legislativa de ontem, relatar as agressões. "Estamos há 31 dias de greve e já houve vários episódios de violação de direitos humanos nesse período. O mais grave foi o do dia 30 de março, durante repressão brutal que ocorreu sem autorização judicial. Pelo contrário: os municipários tinham ganhado na Justiça o direito à manifestação e ao acesso à Câmara", afirma Guilherme Runge, professor municipal e presidente do SMC. Naquela data, estava para ser votado na Câmara um projeto de alterações na concessão de vale-alimentação aos servidores.
Runge relata que a comoção foi nacional e fortaleceu a greve. "Uma minoria que não participava da paralisação aderiu depois dessa injustiça", informa.
A prefeitura não se posicionou oficialmente sobre as agressões. A Câmara de Vereadores lançou nota lamentando o ocorrido e garantindo que os atos de violência serão apurados pelas autoridades competentes.
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