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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de abril de 2017. Atualizado às 17h23.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 26/04 às 17h26min

Taxas futuras de juros desaceleram alta e fecham perto da estabilidade

Os juros futuros desaceleraram o avanço no período da tarde desta quarta-feira (26) fechando bem próximos dos ajustes de terça-feira, motivados por fatores técnicos. A pressão maior foi vista até o começo da tarde, dando sequência à trajetória de alta iniciada na terça, ainda influenciada pelas dúvidas em torno da aprovação das reformas e pelo avanço do dólar.
A partir da última hora da sessão regular, na medida em que o dólar se afastou da marca de R$ 3,20 registrada na máxima do dia, as taxas futuras reduziram o ímpeto de alta, com o mercado também entrando em compasso de espera pela votação da reforma trabalhista no plenário da Câmara. "Muitos investidores tomaram prefixados para giro e tiveram que devolver à tarde", afirmou um gestor, lembrando que as taxas vinham subindo bastante desde a terça.
Quanto à reforma trabalhista, no momento, está em andamento no plenário a leitura do relatório final e apresentação do projeto com algumas alterações feitas desde a terça.
Ao término da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 (246.670 contratos) fechou em 9,515%, de 9,530% no ajuste anterior. A taxa do DI janeiro de 2019 (300.450 contratos) terminou em 9,41%, de 9,42%. O DI janeiro de 2021 (289.170 contratos) encerrou com taxa de 10,07%, de 10,06%.
Como o mercado está apostando na aprovação das reformas, principalmente a da Previdência, os investidores acompanham com lupa todas as movimentações, costuras de apoios e mapa de votos dentro do Congresso para avaliar em que medida devem reduzir ou ampliar suas posições vendidas. "A verdade é que chega cada vez mais perto o teste do governo no Congresso e é isso o que está ditando o ritmo das taxas", afirmou o gestor de renda fixa da Absolute Investimentos, Renato Botto.
Enquanto a aprovação do parecer da reforma trabalhista na terça na comissão especial da Câmara, por 27 a 10, trouxe algum alento, por outro lado o governo teve revés na votação dos destaques ao texto do projeto de socorro aos Estados. Os deputados decidiram excluir do projeto a contrapartida que previa a elevação da alíquota de Previdência Social dos servidores estaduais para 14%.
Pouco depois das 16h30, o dólar à vista reduzia a alta a 0,74%, aos R$ 3,1758.
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