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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de abril de 2017. Atualizado às 09h30.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 26/04 às 09h34min

Petróleo opera em queda com temor de aumento dos estoques e da produção nos EUA

Os futuros do petróleo operam em queda nesta quarta-feira em meio a temores de que o aumento dos estoques de petróleo dos EUA e a produção de xisto estão anulando os esforços dos principais produtores para controlar a oferta global.
Às 8h02 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para julho, que já é o mais líquido, caía 0,76% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 52,17 por barril, enquanto o WTI para junho tinha baixa de 0,65% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 49,24 por barril. O Brent para junho recuava 0,73%, a US$ 51,72.
O American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) divulgou ontem estimativa de que os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram 900 mil barris na semana passada. Os estoques de gasolina tiveram crescimento de 4,4 milhões de barris. Agora, o mercado aguarda pelos dados oficiais do Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês), que serão conhecidos às 11h30 (de Brasília).
Os dados do API são alarmantes porque esta é a época do ano em que geralmente os estoques caem enquanto os refinadores processam mais petróleo bruto para fazer a gasolina e o diesel antes do verão nos EUA.
"Neste momento, o sentimento do mercado parece estar mudando e se tornando mais negativo", disse Eugen Weinberg, analista do Commerzbank. "Eu não ficaria surpreso ao ver os preços sob pressão considerável hoje se os dados do API forem confirmados pelo DoE".
A produção norte-americana tem aumentado semanalmente por mais de dois meses e, se a ascensão persistir, poderá impedir os esforços da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)e outros produtores como a Rússia de reduzir os estoques globais para médias de cinco anos.
Os investidores também não têm certeza se a Opep decidirá estender seu corte de produção em sua próxima reunião em 25 de maio, em Viena. A incerteza ajudou a reduzir os preços do petróleo em 7% na semana passada. 
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