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Porto Alegre, segunda-feira, 24 de abril de 2017. Atualizado às 20h47.

Jornal do Comércio

Economia

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trabalho

Alterada em 24/04 às 20h50min

Oposição vai tentar adiar votação da reforma trabalhista no plenário da Câmara

Deputados da oposição já preparam um plano para obstruir as sessões desta semana e tentar impedir a votação da reforma trabalhista no plenário da Câmara.
Os oposicionistas comemoraram o fato de que o governo não conseguiu quórum suficiente nesta segunda-feira (24) para votar a Medida Provisória 752, das Concessões. Como o texto, de origem do Executivo, tranca a pauta das sessões ordinárias do plenário, nenhum outro projeto pode ser votado antes que os deputados deliberem sobre a MP.
Segundo o deputado Sílvio Costa (PTdoB-PE), a oposição vai se valer dessa prerrogativa e apresentar todos os requerimentos autorizados para adiar a conclusão da votação da medida provisória. Com isso, acredita, será possível postergar a votação da reforma trabalhista. "Vamos usar o regimento para que a reforma não avance na Câmara", disse.
O governo, porém, tem pressa para aprovar o projeto que altera as regras trabalhistas. O principal temor é que a greve convocada para sexta-feira (28) mude o humor dos parlamentares e faça com que muitos deixem de aprovar a medida.
Nesta segunda, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse acreditar que a votação da reforma trabalhista será concluída, no máximo, até quinta-feira. O projeto pode ser aprovado por votação simbólica, mas como se trata de um tema polêmico, a oposição deve pedir votação nominal, o que vai exigir que, no mínimo, 257 dos 513 deputados votem a favor da proposta.
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