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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de abril de 2017. Atualizado às 09h12.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 19/04 às 09h17min

Bolsas europeias buscam recuperação, mas política e Coreia do Norte preocupam

As bolsas europeias ensaiam recuperação nesta manhã, após mostrarem o pior desempenho em meses no pregão anterior, mas temores políticos persistem na região e investidores também acompanham a escalada das tensões entre EUA e Coreia do Norte.
Às 7h41 (de Brasília), o viés era majoritariamente positivo nos principais mercados acionários da Europa. Paris subia 0,29%, Frankfurt ganhava 0,24% e Londres, mais hesitante, tinha leve baixa de 0,12%. Já Milão, Madri e Lisboa avançavam 1,16%, 0,71% e 0,07%, respectivamente. No mercado de câmbio, a libra esterlina se enfraquecia a US$ 1,2832, após tocar ontem os maiores níveis em mais de seis meses, enquanto o euro caía a US$ 1,0725.
O ambiente, no entanto, continua sendo de cautela com a aproximação do primeiro turno da eleição presidencial francesa, marcado para domingo. O maior temor é uma eventual vitória de Marine Le Pen, candidata de extrema-direita que defende a retirada da França da zona do euro.
Além disso, continua repercutindo o inesperado anúncio de ontem da primeira-ministra britânica, Theresa May, que pretende antecipar as eleições gerais para 8 de junho, numa tentativa de fortalecer sua posição para as negociações sobre o chamado "Brexit", processo pelo qual o Reino Unido deixará a União Europeia. Foi isso que impulsionou a libra ontem.
Preocupa também a recente troca de ameaças entre EUA e o regime norte-coreano. Em discurso feito em um porta-aviões estacionado em mar japonês, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, voltou a alertar a Coreia do Norte a não testar a determinação de Washington, prometendo uma "resposta devastadora e efetiva" a qualquer uso de armas convencionais ou nucleares.
Quanto a indicadores da Europa, a agência de estatísticas Eurostat confirmou hoje que a taxa anual de inflação da zona do euro desacelerou para 1,5% em março, de 2% em fevereiro, voltando a ficar abaixo da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de nível ligeiramente inferior a 2%. Já a balança comercial do bloco voltou a apresentar superávit em fevereiro, de 17,8 bilhões de euros, após o raro déficit de 600 milhões de euros verificado no mês anterior.
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