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Porto Alegre, terça-feira, 18 de abril de 2017. Atualizado às 23h49.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

Notícia da edição impressa de 19/04/2017. Alterada em 18/04 às 21h12min

Governo não consegue acelerar reforma trabalhista

Com rejeição, texto deve voltar à comissão especial em duas semanas

Com rejeição, texto deve voltar à comissão especial em duas semanas


J. BATISTA/J. BATISTA/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
O governo de Michel Temer sofreu uma importante derrota ontem ao não conseguir aprovar no plenário da Câmara dos Deputados a aceleração da tramitação da reforma trabalhista. Apenas 230 deputados votaram com o governo, com 163 contra. Era preciso o voto de pelo menos 257 dos 513 deputados para que a reforma tramitasse em regime de urgência. O placar revelou uma relevante traição na base de apoio de Temer.
A derrota é simbólica, porque o Palácio do Planalto queria usar a aprovação da reforma trabalhista como exemplo de que tem votos suficientes para aprovar a outra prioridade legislativa de Temer em 2017, a reforma da Previdência. Por ser emenda à Constituição, ela precisa de mais votos ainda (60% dos deputados).
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