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Porto Alegre, quinta-feira, 13 de abril de 2017. Atualizado às 08h31.

Jornal do Comércio

Economia

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Varejo

13/04/2017 - 08h38min. Alterada em 13/04 às 08h38min

Vendas do Carrefour somaram 21,3 bilhões de euros no 1º trimestre

No Brasil, as vendas da rede foram de 3,6 bilhões de euros no período

No Brasil, as vendas da rede foram de 3,6 bilhões de euros no período


CLAUDIO FACHEL/ARQUIVO/JC
A rede varejista francesa Carrefour destacou nesta quinta-feira (13), em balanço referente ao primeiro trimestre do ano, que o resultado financeiro foi impactado negativamente por um efeito calendário, mas que, por outro lado, se beneficiou da valorização do real brasileiro, da baixa da inflação no País e da alta da cotação do petróleo no mundo. As vendas globais do supermercado somaram 21,3 bilhões de euros de janeiro a março: 9,4 bilhões de euros com as operações em seu país-sede e 11,9 bilhões com a atuação internacional.
No Brasil, as vendas da rede foram de 3,6 bilhões de euros no período, o que representou, de acordo com a companhia, um incremento de 10,5% em termos orgânicos - já descontados também o efeito calendário e a variação do petróleo. Em todo o grupo, a expansão orgânica no primeiro trimestre de 2016 foi de 1,9%.
O Carrefour explicou em sua apresentação do balanço sobre o resultado de janeiro a março que se beneficiou no período de um efeito cambial favorável, com ganho de 3,9%. A alta, de acordo com a companhia, se deve à valorização do real brasileiro. O efeito da alta do petróleo, conforme a varejista, também foi positivo, colaborando com 1,3%.
Por outro lado, uma data comemorativa e um dia a menos período pressionaram o resultado para baixo. "Este trimestre foi marcado por um efeito de calendário particularmente forte, com impacto de baixa de 1,6%, devido ao fato de que a Páscoa está no segundo trimestre deste ano. Houve também um dia de negociação a menos no primeiro trimestre de 2017, já que 2016 foi um ano bissexto", afirmou a empresa em sua demonstração de resultados.
Especificamente sobre o Brasil, a rede avaliou que a implantação do modelo multiformato "continua a dar frutos" em um ambiente marcado por um "elevado desemprego e uma desaceleração da inflação no primeiro trimestre". "Neste contexto, o Carrefour registrou um bom desempenho, tendo registrado um crescimento de 5,6% (10,5% numa base orgânica)."
Ainda sobre os resultados obtidos no Brasil, o grupo salientou que o "sucesso" do Carrefour no País reflete a progressão contínua do Atacadão e dos hipermercados, além de aberturas de lojas de conveniência sob a marca Express. Sobre as vendas na Argentina, o supermercado ressaltou a obtenção de um crescimento de 14,6%, mas enfatizou que o resultado se deu em meio a um cenário econômico difícil.
No balanço anterior, sobre o ano completo de 2016, a varejista já havia destacado o "excelente crescimento" no Brasil e a sua estratégia de ampliar unidades multiformato, "deslocando o centro de gravidade do grupo para unidades de conveniência".
Na ocasião, o grupo também comentava em seu balanço a intenção de abrir o capital da empresa no Brasil em 2017, mas o tema não foi abordado na apresentação dos resultados nesta quinta-feira.
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