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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 20h18.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 12/04 às 20h24min

Temer vê consenso de que será cumprido regime de metas, diz porta-voz

O presidente Michel Temer destacou, em mensagem lida pelo seu porta-voz Alexandre Parola, que a redução da taxa básica de juros do Banco Central em um ponto - de 12,25% para 11,25% ao ano - foi recebida com "grande satisfação" e disse que "pela primeira vez em anos, há consenso entre os agentes econômicos de que será cumprido o regime de metas de inflação estabelecido pelo Banco Central".
Na mensagem, lida nesta noite de quarta-feira (12), no Palácio do Planalto, o porta-voz destacou que a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) foi a quinta redução seguida da taxa Selic "e a maior observada desde março de 2009, fazendo com que a taxa básica de juros alcance seu menor patamar desde outubro de 2014".
Segundo o porta-voz, a decisão "foi justificada com bases nos sólidos indicadores recentes da economia brasileira".
Ao destacar que a inflação no País no primeiro trimestre de 2017 atingiu seu nível mais baixo desde o Plano Real e que há consenso no cumprimento da meta, o porta-voz disse que "o compromisso do Governo Federal com o equilíbrio das contas públicas tem sido fundamental para resgatar a credibilidade do País".
A fala do porta-voz destacou ainda que o resgate da confiança "é reforçado pelos sinais concretos da retomada do crescimento econômico".
"Indicadores como o aumento na venda de veículos automotores, a diminuição dos estoques nas empresas, a melhora já perceptível no número de carteiras assinadas e os resultados históricos obtidos na balança comercial indicam que o Brasil avançou em sua travessia para sair da maior crise econômica de nossa história. Hoje, a recessão é algo que já estamos a deixar para trás".
Em linha com o discurso adotado pelo presidente, de que o País não pode ficar paralisado, mesmo após as revelações da delações da Odebrecht, o porta-voz enfatizou que "o momento, agora, é de reforçar o compromisso de todos com a agenda de reformas que proporcionará crescimento ainda maior nos próximos meses, com a retomada do emprego sobre as bases sólidas das responsabilidades fiscal e social.
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