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Porto Alegre, terça-feira, 11 de abril de 2017. Atualizado às 19h07.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 11/04 às 19h10min

Dólar recua ante iene em Nova Iorque diante de tensões geopolíticas

O iene avançou ao seu nível mais forte ante o dólar em cinco meses nesta terça-feira (11), diante das tensões geopolíticas que levaram investidores a buscar mais segurança. Outros ativos que tendem a se beneficiar em momentos de nervosismo do mercado, como o franco suíço e o ouro, também se fortaleceram.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar recuava a 109,74 ienes e o euro avançava a US$ 1,0607.
Os investidores levam em conta uma série de eventos geopolíticos na semana. O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, chegou nesta terça-feira a Moscou, no momento em que o governo americano questiona o papel da Rússia no suposto ataque químico na Síria. Os EUA atacaram na semana passada uma base aérea síria, em resposta ao ataque.
As tensões também aumentam entre os EUA e a Coreia do Norte por causa do programa nuclear do regime de Kim Jong Un. Na terça-feira, o presidente americano, Donald Trump, escreveu no Twitter que "a Coreia do Norte está procurando problema".
O dólar avançou levemente ante o won sul-coreano, com operadores temendo que as tensões na Coreia do Norte afetem o vizinho.
"Há questões em relação à Síria, à Coreia do Norte e uma falta de qualquer novidade econômica para nos distrair disso", afirmou Vassili Serebriakov, estrategista de câmbio do Crédit Agricole. "Além disso, há menor liquidez por causa dos feriados no fim da semana."
O dólar caiu ante uma cesta de outras moedas, com investidores ponderando a possibilidade de medidas de estímulo fiscal e cortes de impostos no governo Trump. Investidores também buscam novos sinais da economia americana para avaliar como isso afetará a política monetária no país. "Eu ainda acho que o dólar está em boa posição para se fortalecer por causa da economia dos EUA e do Fed", afirmou Serebriakov. "Os investidores não devem se concentrar nisso até que estejamos mais perto da reunião de junho" do BC americano, comentou o estrategista.
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