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Porto Alegre, terça-feira, 11 de abril de 2017. Atualizado às 17h14.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 11/04 às 17h19min

Ouro fecha em alta em Nova Iorque diante das tensões geopolíticas e de olho no Fed

O ouro atingiu a máxima em cinco meses durante o pregão desta terça-feira (11) impulsionado pelas tensões geopolíticas e pela expectativa de cautela do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) no processo de aperto monetário gradual.
O ouro para junho fechou em alta de US$ 20,30 (1,62%), a US$ 1.274,20 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Os investidores buscam o ouro e outros ativos mais seguros diante de uma série de preocupações no cenário geopolítico.
O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, chegou nesta terça-feira a Moscou, dias após os EUA lançarem um ataque com mísseis contra uma base aérea síria em resposta ao suposto uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad contra civis. Muitos se preocupam também com a tensão entre EUA e Coreia do Norte e com as eleições francesas, que terão primeiro turno neste mês.
"Há a probabilidade de uma série de eventos que causem distúrbio global", afirmou Bill O'Neill, operador da Logic Advisors. Segundo ele, existe "tensão" na atmosfera atual.
A expectativa de que o BC americano será mais gradual na elevação de juros também contribuiu para a demanda por ouro. A presidente do Fed, Janet Yellen, sugeriu na segunda-feira que o BC planejava manter o gradualismo no aperto monetário. Isso é boa notícia para o ouro, que luta para competir com ativos que pagam retorno quando os juros sobem.
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