Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 11 de abril de 2017. Atualizado às 08h13.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Ainda de olho em riscos geopolíticos, bolsas asiáticas fecham sem direção única

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (11), em meio a preocupações geopolíticas e o fraco desempenho de ações financeiras em Hong Kong.

O índice Hang Seng teve a maior queda na região, de 0,72%, a 24.088,46 pontos, influenciado pelo declínio de papéis de bancos e seguradoras. A China Finance Investment sofreu o maior tombo individual em Hong Kong, de 57%.

A situação em Hong Kong pressionou os negócios na China continental durante a maior parte do pregão, mas as bolsas locais acabaram se recuperando nos últimos 90 minutos de negócios. O Xangai Composto subiu 0,60%, a 3.288,97 pontos, terminando a sessão no maior nível em 15 meses, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,69%, a 2.022,38 pontos.

Em outras partes da Ásia, o índice japonês Nikkei recuou 0,27%, a 18.747,87 pontos, diante da recuperação do iene frente ao dólar durante a madrugada, enquanto o sul-coreano Kospi caiu 0,44%, a 2.123,85 pontos, o Taiex perdeu 0,51% em Taiwan, a 9.832,42 pontos, e o filipino PSEi cedeu 0,22% em Manila, a 7.601,40 pontos.

Fatores geopolíticos continuam desestimulando a tomada de risco na região asiática, uma vez que crescem as tensões entre EUA e a Coreia do Norte e aumentou a pressão para a solução da crise na Síria.

No fim de semana, o governo americano anunciou que está deslocando um porta-aviões para a Península Coreana, na esteira de uma série de testes com mísseis realizados pela Coreia do Norte.

Quanto à Síria, a chanceler alemã, Angela Merkel, pediu ontem à noite ao presidente dos EUA, Donald Trump, durante conversa telefônica, que o republicano busque tratar a questão através da ONU. Merkel também ressaltou a importância da participação da Rússia no processo político da Síria.

Na Oceania, a bolsa australiana foi mais uma vez impulsionada por ações de grandes bancos do país, e o índice S&P/ASX 200 avançou 0,3%, a 5.929,30 pontos, renovando o maior nível desde abril de 2015.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia