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Porto Alegre, segunda-feira, 10 de abril de 2017. Atualizado às 08h07.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Bolsas asiáticas fecham sem direção única, atentas a riscos geopolíticos

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira (10), com as da China pressionadas pela notícia de que o líder do órgão regulador de seguros do país está sendo investigado e a de Tóquio favorecida pelo enfraquecimento do iene. Investidores da região também seguem atentos a riscos geopolíticos.

Os mercados chineses interromperam hoje uma trajetória recente de ganhos após ser divulgado que Xiang Junbo, chefe da entidade reguladora da indústria de seguros da China, está sob investigação por suspeita de "violações graves" de disciplina.

O índice Xangai Composto recuou 0,52%, a 3.269,39 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto teve queda de 0,98%, a 2.008,50 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ficou praticamente estável, com baixa marginal de 0,02%, a 24.262,18 pontos.

Já em Tóquio, o Nikkei subiu 0,71%, a 18.797,88 pontos, diante da fraqueza do iene frente ao dólar em meio a fatores geopolíticos e após a divulgação de números mistos do mercado de trabalho dos EUA, na última sexta-feira.

Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi caiu 0,86% em Seul, a 2.133,32 pontos, enquanto o Taiex mostrou ligeiro avanço de 0,09% em Taiwan, a 9.882,54 pontos, e o filipino PSEi garantiu valorização de 0,45% em Manila, a 7.617,91 pontos.

Questões geopolíticas permanecem no radar. No fim da semana passada, as bolsas asiáticas ficaram pressionadas após os EUA lançarem um bombardeio contra alvos na Síria. Além disso, o governo americano está deslocando um porta-aviões em direção à Península Coreana, na esteira de recentes testes com mísseis realizados pela Coreia do Norte.

Na Oceania, a bolsa australiana foi impulsionada pela BHP Billiton e por grandes bancos do país, e o índice S&P/ASX 200 avançou 0,9%, a 5.912,90 pontos, terminando o pregão no maior nível desde abril de 2015. Apenas a BHP saltou 4,6% em Sydney, após a gestora de fundos Elliott Management sugerir que a mineradora faça a cisão de seus ativos de petróleo dos EUA e unifique sua estrutura anglo-australiana para ajudar a liberar valor para os acionistas da empresa.
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