Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 03 de abril de 2017. Atualizado às 16h15.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

fiscalização

Alterada em 03/04 às 16h21min

Anvisa proíbe venda de lote de azeite por excesso de iodo

Agência O Globo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do lote 16D18, válido até 04/2019, do azeite de oliva extra virgem, marca Olivenza. O lote do produto, fabricado pela empresa Olivenza Indústria de Alimentos Ltda, apresentou resultados laboratoriais insatisfatórios e excesso de iodo.
De acordo com o laudo de análise fiscal, emitido pelo Centro de Laboratório Regional de Santos IX (Instituto Adolpho Lutz), o lote em questão apresentou índices de refração e índices de iodo acima das faixas recomendadas. A determinação da Anvisa foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira
Em abril do ano passado, a Anvisa também proibiu a venda de um lote da marca de azeite após dois laudos de laboratórios diferentes identificarem problemas na qualidade e possibilidade de adulteração no alimento.
Segundo a reguladora, dois laudos indicaram que o produto pode ter sofrido adulterações. Um desses documentos foi emitido pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). O outro, pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL). A empresa não interpôs recurso ou requereu perícia de contraprova. As amostras foram colhidas durante fiscalização da Anvisa.
Segundo a Funed, o produto apresentou resultado insatisfatório em um ensaio, que revelou problemas na qualidade. Já o laudo emitido pelo IAL indica que o azeite possuía substâncias não características ao óleo padrão.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia