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Porto Alegre, quinta-feira, 13 de abril de 2017. Atualizado às 00h31.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 13/04/2017. Alterada em 12/04 às 20h08min

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É triste e desanimador assistir diariamente a notícias de novos escândalos, roubos e quadrilhas sendo aprisionadas por Polícia Federal e polícias estaduais. Seja por corrupção, caixa-2, roubo de carros ou desvio e dinheiro dos hospitais. Talvez esteja no DNA de muitos políticos e empresários, que têm negócios com governos e instituições públicas, corromperem e ser corrompidos. O que não pode continuar é a demora da Justiça em botar na cadeia esses bandidos que continuam soltos e servindo de maus exemplos. Temos recursos e procrastinação intermináveis, que interessam aos maus políticos e aos bandidos de plantão. O Brasil sangra, e sua população sofre por falta de segurança, hospitais, saúde, educação e investimentos na infraestrutura. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial, Porto Alegre)
Decisão do Carf
Fiquei perplexo ao ler sobre a decisão do Carf (edição do Jornal do Comércio de 11/04/2017) sobre a fusão dos bancos Itaú e Unibanco. Não caber cobrar IR na Pessoa Jurídica sobre ganhos de capital, quando um patrimônio se valoriza ao ser vendido, soa como ridículo para o resto do povo brasileiro. Então como justificar essa mesma cobrança para as pessoas físicas ao venderem suas casas (excluindo a condição dos seis meses para adquirirem uma nova e de maior valor)? (Fernando Vasconcelos Diel)
Os 100 dias
Os 100 dias do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), foram assinalados. Mas ele só fala no atraso da folha de vencimentos que virá e na dívida deixada pelo ex-prefeito José Fortunati (PDT). Mas ele não sabia dos problemas financeiros? Se não tem como resolver, saia do cargo! (Marcos Mazza Palnt, Porto Alegre)
Ainda a Carne Fraca
Muita gente achou um tanto quanto exagerada a ação e mesmo a forma de divulgação utilizada pela Polícia Federal a respeito de sua operação junto a frigoríficos burladores da legislação, batizada, por ela mesma, com muita criatividade, de Carne Fraca. Acontece que, em nosso País, infelizmente, para se ter a devida repercussão e o apoio firme de parte da imprensa, bem como se obter a indispensável cumplicidade e o respaldo da sociedade, falcatruas como essas praticadas nos setores de carne e também do leite e seus derivados (Operação Leite Compensado) têm que ser denunciadas da forma mais transparente possível. É de se lamentar que, mesmo diante de provas tão convincentes, e vendo que a população em geral está sendo ludibriada, nunca faltam políticos e dirigentes de entidades representativas de setores envolvidos nas falcatruas que não têm nenhum pudor em se manifestarem, de forma inescrupulosa, na tentativa de desfazer e até de desmoralizar os funcionários públicos que cumprem com suas obrigações fiscalizadoras. Dentre esses, infelizmente, temos algumas figurinhas bem conhecidas e que ocupam cargos de proa junto ao agronegócio gaúcho. (Manoel Luiz Silva dos Santos, Porto Alegre)
 
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