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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de abril de 2017. Atualizado às 22h48.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 04/04/2017. Alterada em 03/04 às 22h08min

Negócios e milagres financeiros

Quando digo que dirigentes de clubes gaúchos, sufocados pela indigência de nossa economia, ainda conseguem realizar milagres... Veja o Inter, devedor de milhões em déficits alegadamente herdados de anteriores administrações. Saiu a campo e reforçou o elenco com nomes de certo peso. William Potker custou R$ 7 milhões (por 50% dos direitos), chegará após o estadual, mas sem poder jogar a Copa do Brasil, competição mais importante que o Colorado terá em 2017. Gutiérrez, Edenílson e outros já vieram, e uma saudável troca do desaproveitado Valdívia por Giovanni Augusto poderá organizar de vez um time que ainda não jogou.
Que fair play é esse?
Parte da torcida vaia, parte aplaude, mas o fair play está incorporado ao nosso futebol. Ainda há - cada vez mais raramente - quem simule contusão, o que desacredita o espírito de uma solidária atitude. Outra imperfeição está na retribuição ao gesto de chutar a bola pela lateral, a fim de um adversário ser medicado. Ela sai, digamos, na altura do meio de campo, mas a devolução ocorre sem a menor elegância - um chutão para a linha de fundo, fazendo o jogo recomeçar a mais de 50 metros de onde parou. Com o tempo, toda essa malandragem haverá de terminar.
A noite depois de amanhã
Meu palpite para Inter e Cruzeiro quinta-feira? Não tenho. A lógica indica vitória colorada, até porque sua folha salarial é umas 15 vezes maior do que a dos estrelados, em patrimônio a proporção é semelhante, em torcida ela é ainda maior. Mas e se eu disser que, em pontos corridos, jogará o segundo contra o sétimo colocado na classificação da primeira fase, quem seria o favorito? O querido Cruzeiro. Vamos ver em campo.
Ao Veranópolis, com carinho
Gramado geralmente é usado em favor do dono da casa - os times grandes costumam ter um tapete, os pequenos preferem ondulações, buracos cobertos com areia, tudo o que possa dificultar o bom futebol dos visitantes. Só que no domingo a vítima foi o goleiro do Veranópolis: ele saiu antes do que devia, a bola picou de maneira inesperada e sobrou livre para o gol de Bolaños. O Grêmio merecia até mais gols, que o próprio Reynaldo se encarregou de evitar. Eu sei que a vida é dura nos clubes do Interior, mas boa qualidade do gramado deveria ser indispensável para liberar estádios.
Homenagem aos colombianos
Eles passaram o domingo em São Paulo e foram acolhidos no moderno CT do Corinthians. Ontem chegaram a Chapecó e a torcida local esteve no aeroporto saudando a delegação. Hoje, o Atletico Nacional entra em campo para decidir a Recopa contra a Chapecoense (19h15min). Além de bom futebol, espera-se a retribuição do carinho, da solidariedade e das homenagens que os colombianos prestaram à Chape naqueles difíceis dias após a tragédia. Será outro momento elevadíssimo para o futebol mundial.
 
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